O Administrador Federal da Receita Pública, Leandro Cuccioli, anunciou nesta segunda-feira (02.12.2019) em sua habitual entrevista coletiva, que os recursos tributários totalizaram US$ 464.860 bilhões em novembro e subiram 58,2% em termos nominais em comparação com o resultado do ano anterior.
Entre os maiores aumentos está o imposto sobre Débitos e Créditos na conta corrente que foi de R$ 35.769 milhões, o que representa um aumento de 51,8%.
El VAT O lucro líquido atingiu US$ 142.641,9 milhões neste mês, o que representa um aumento de 47,4%. A taxa de IVA aumentou 43,5% e a taxa alfandegária aumentou 67,4%.
Cobrança do Imposto sobre Ganhos aumentou ano a ano 35,5%. Este mês, expirou o pagamento do saldo da declaração juramentada das empresas com exercício social encerrado em junho, que é o segundo mais importante depois do encerramento de dezembro.
Além disso, foi afetado em aproximadamente US$ 2.600 bilhões pela redução do imposto corporativo de 35% para 30% e pelo aumento do mínimo não tributável para funcionários em uma relação de emprego em aproximadamente US$ 9.200 bilhões.
Em impostos sobre o Seguro Sociall, a coleção aumentou 42,1%. A variação foi influenciada pelo aumento da remuneração bruta média em 51,5%.
Este item foi afetado pela unificação da alíquota e pelo aumento do Imposto de Renda Mínimo Não Tributável estabelecido pela Reforma Tributária, que passou de R$ 2.400 bilhões em 2018 para R$ 7.003 bilhões neste ano em termos gerais.
No comércio exterior, o Direitos de exportação totalizaram US$ 53.763,5 milhões, o que representa um aumento de 265,4% devido à alta da taxa de câmbio e ao aumento dos pagamentos antecipados do Imposto de Exportação tradicional.
Enquanto isso, o Taxas de importação totalizaram US$ 16.328 milhões, representando um aumento de 81%.
A coleção de Propriedade pessoal aumentar 143,6%. Não houve vencimentos durante novembro.
No caso dos combustíveis, a receita cresceu 67%.
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