A Organização Marítima Internacional (OMI) saudou o acordo de paz alcançado entre os Estados Unidos e o Irã, após mais de 100 dias de conflito que interromperam o transporte marítimo global e afetaram mais de [inserir número] de países. 20.000 marinheiros na região, incluindo aqueles que permanecem a bordo de navios sem possibilidade de deixar a área pelo Estreito de Ormuz.
Nesse contexto, eO Secretário-Geral da OMI, Arsenio Domínguez, Ele expressou sua “grande satisfação” com o acordo na segunda-feira (15 de junho de 2026) e destacou que ele representa um “retorno crucial à paz, ao diálogo e à diplomacia”, bem como um passo fundamental para restaurar a segurança e a liberdade de navegação em um dos corredores marítimos mais estratégicos do mundo.
A agência também informou que o acordo permitirá avançar nos planos de evacuação de milhares de tripulantes retidos na área. No entanto, alertou que o processo exigirá tempo e coordenação entre os estados, a indústria marítima e as organizações internacionais para garantir uma partida segura.
O Estreito de Ormuz é uma das principais rotas do comércio internacional e é estratégico para o transporte global de energia, por onde passa uma parte significativa das exportações mundiais de petróleo e gás natural liquefeito.
Por fim, a OMI reafirmou seu compromisso com a proteção dos marítimos, a liberdade de navegação e a continuidade dos fluxos comerciais globais.
O anúncio surge após meses de tensão na região, período durante o qual várias organizações marítimas emitiram recomendações especiais de segurança relativamente aos riscos enfrentados pelos navios que operam nas proximidades do Estreito de Ormuz.
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