InícioTributárioAs receitas fiscais aumentaram mais de 58% em relação ao ano anterior em outubro.

As receitas fiscais aumentaram mais de 58% em relação ao ano anterior em outubro.

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A arrecadação de impostos cresceu 58,7% em outubro em comparação ao mesmo mês de 2020, com receitas superiores a um trilhão de pesos e marcando uma melhora real de cerca de 5%.

A arrecadação tributária atingiu, assim, seu maior patamar para o mês de outubro desde 2015, com um resultado que “reflete uma dinâmica expansiva da atividade, do comércio exterior e do mercado de trabalho”, informou esta tarde o Ministério da Economia.

Em outubro, a arrecadação tributária ficou acima da inflação pelo décimo quarto mês consecutivo, enquanto o total acumulado dos primeiros dez meses do ano marcou uma melhora nominal de 65% em relação ao mesmo período de 2020, destacaram fontes oficiais.

Nesse quadro, Os impostos que mais cresceram em outubro foram os vinculados ao comércio exterior (111,4% na comparação anual) e recursos da Previdência Social (65%).

Este último caso marcou uma aceleração significativa em relação a setembro passado, impulsionada em grande parte pela recuperação dos salários após os vários acordos de negociação coletiva de um número significativo de sindicatos.

Em detalhe

Da mesma forma, os impostos vinculados ao desempenho da atividade económica cresceram 58% em termos homólogos, entre os quais se destacam as receitas do IVA (51,9%), diretamente relacionadas com a melhoria do consumo; o Imposto sobre Combustíveis (98,1%), os Impostos Internos Comunitários (66,2%) e o Imposto sobre Operações de Crédito e Débito (65,7%).

A arrecadação de outubro passado chegou a superar os valores registrados no mesmo mês entre 2016 e 2020, colocando os recursos acumulados nos dez primeiros meses do ano em patamares superiores aos da fase pré-pandemia.

"Esta tendência permitirá continuar com políticas que promovam a atividade e o emprego, garantindo ao mesmo tempo a sustentabilidade das contas públicas", afirmou o Ministério das Finanças.

Em outubro, destacou-se o desempenho da arrecadação da Previdência Social, que cresceu 65% na comparação anual e registrou uma aceleração significativa em relação ao mês anterior.

Em especial, a melhora foi explicada pela receita proveniente de Contribuições Pessoais, que apresentou aumento de 58,9%, enquanto as Contribuições Patronais cresceram 68,5% na comparação anual.

Outro item que apresentou aumento consistente foi o Imposto de Renda, com aumento anual de 57,7%.

Neste último caso, o fato marcante é que o crescimento ocorreu mesmo sob os efeitos das recentes reformas implementadas para aliviar a carga tributária dos trabalhadores.

Por sua vez, o impacto do aumento das deduções pessoais na renda desses contribuintes foi acentuado pela devolução das diferenças devidas de meses anteriores.

No que diz respeito ao comércio exterior, outubro – tal como nos meses anteriores – continuou a registar elevadas taxas de crescimento.

Nesta rubrica, os rendimentos registados no conceito de Direitos de exportação, que aumentaram 135,2%; enquanto o Os direitos de importação e o imposto estatístico juntos aumentaram 66,1%.

Por fim, o Ministério da Economia informou que em outubro a arrecadação do Imposto sobre Propriedade de Bens Pessoais apresentou queda em relação ao mesmo mês de 2020.

Ao explicar a queda, a pasta liderada por Martín Guzmán disse que ela se deve a uma "alta base de comparação", pois em 2020 o pagamento da taxa diferencial para ativos no exterior se concentrou na declaração juramentada e em seu regime posterior de pagamento. facilidades, enquanto em 2021 seu pagamento foi distribuído entre adiantamentos e declaração juramentada.

Fonte: Telam

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