Nesse sentido, o ministro argentino destacou que o bloco formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai não só precisa buscar contato com países ou regiões com mercados consolidados e alto PIB per capita, mas também tem que mirar a África, a Ásia e a América Central.
"(São regiões) que começam a surgir com um dinamismo impressionante no consumo dos produtos que podemos oferecer a elas", acrescentou o chanceler argentino.
Faurie disse que o Mercosul tem que "pressionar muito mais" para o diálogo com a Aliança do Pacífico -formada pelo Chile, Colômbia, México e Peru-.
"O Mercosul tem que se esforçar para sair da sua zona de conforto, porque nossos concorrentes já têm uma rede densa de acordos e, por isso, competimos em condições difíceis", ressaltou.
Nesta terça-feira, após a chegada à sede do Mercosul dos presidentes da Argentina, Mauricio Macri; do Brasil, Michel Temer; do Paraguai, Mario Abdo Benítez, e do Uruguai, Tabaré Vázquez, terá início a cúpula de presidentes do Mercosul e Estados associados.
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