InícioTributárioReceitas fiscais aumentaram quase 2021% em 66 em relação ao ano anterior

Receitas fiscais aumentaram quase 2021% em 66 em relação ao ano anterior

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A arrecadação tributária aumentou 65,9% em 2021 em relação ao ano anterior e aumentou 73,6% em dezembro em relação ao mesmo mês de 2020, informou o Ministério da Economia nesta segunda-feira (03.01.2022/XNUMX/XNUMX).

De acordo com o que foi relatado, a arrecadação total durante 2021 atingiu 11,004 bilhões de pesos, enquanto dezembro fechou em 1,179 bilhões de pesos.

Também foi observado que “em dezembro, houve uma forte aceleração no crescimento dos impostos associados à atividade econômica, com um aumento de 71,1% em relação ao ano anterior”.

O relatório oficial destaca que “os impostos associados à Previdência Social apresentaram altas taxas de crescimento devido ao processo de recuperação dos salários na sequência dos diversos acordos coletivos de trabalho e à recuperação do emprego registrado”.

Ao mesmo tempo, “destacam-se as reformas introduzidas através da Lei de Solidariedade Social e Reativação Produtiva, que permitiram fortalecer os recursos públicos ao conferir maior progressividade ao sistema tributário”.

A pasta econômica indicou que "a arrecadação cresceu em dezembro, impulsionada pelo aumento dos impostos de comércio exterior e dos recursos previdenciários e atingiu, no último mês do ano, o maior valor a preços constantes dos últimos quatro anos (2017-2021), situando a arrecadação acumulada, ao final de 2021, em patamares superiores aos do período pré-pandemia".

No que se refere às receitas da Segurança Social, o Ministério do Tesouro considerou que estes recursos obtiveram elevadas taxas de crescimento (67,8% em termos homólogos -ia-) e respondem tanto a um aumento das Contribuições Pessoais (66,7% em termos homólogos) como a um aumento das Contribuições Patronais (70,1% em termos homólogos)».

Em seguida, esclareceu que a renda previdenciária "é afetada pelas isenções concedidas pelo Estado Nacional, para aliviar a carga tributária do setor da Saúde, dos setores críticos do programa REPRO 2 e das províncias do Grande Norte".

O Ministério da Economia destacou que “no que diz respeito Impostos sobre Comércio Exterior, mantém-se a dinâmica verificada nos meses anteriores, registando-se uma Aumento de 142,8%. O principal impulso foi dado pelos Impostos de Exportação, com um aumento de 194,0% a/a e pelos Impostos de Importação e Taxa Estatística, que juntos cresceram 81,5% a/a.

No que se refere às receitas de consumo interno, estas cresceram 71,1% em termos homólogos, com destaque para o aumento do IVA (61,7% em termos homólogos), do imposto sobre os combustíveis (52,9% em termos homólogos), dos impostos nacionais partilhados (62,2% em termos homólogos) e do imposto sobre créditos e débitos (82,9% em termos homólogos).

Em relação aos impostos relacionados à renda e ao patrimônio, “o Imposto de Renda cresceu 55,6% a/a, mesmo sob os efeitos das reformas implementadas em 2021, para aliviar a carga tributária dos empregados, enquanto o Imposto sobre Bens Pessoais registrou aumento de 24,7% a/a devido aos maiores valores recebidos referentes à terceira antecipação, correspondente ao período fiscal de 2020”.

Com informações da Télam

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