InícioTributárioArrecadação de impostos cresceu 92,8% em outubro na comparação anual

Arrecadação de impostos cresceu 92,8% em outubro na comparação anual

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A receita nacional em outubro atingiu US$ 1.964.056,4 milhões. Essa dinâmica foi impulsionada pelo crescimento dos recursos da Previdência Social e daqueles vinculados ao mercado interno, informou o Ministério da Economia nesta terça-feira (01.11.2022).

A arrecadação tributária cresceu 92,8% em outubro, na comparação anual, impulsionada principalmente pelo desempenho do IVA, do Imposto de Renda, do imposto sobre créditos e débitos e dos impostos associados à Previdência Social.

Impostos vinculados à atividade econômica recente contribuíram para o crescimento da receita nacional. Dentro deste grupo, destacam-se o IVA com 110,1%, o Imposto sobre Créditos e Débitos com 86,5% e os Impostos Internos Comunitários, 76,1%.

Os impostos que conferem progressividade ao sistema registraram, no conjunto, alta de +115,3%. O imposto de renda aumentou +128,5%, em parte devido ao efeito da primeira parcela do pagamento extraordinário antecipado de lucros corporativos.

Por sua vez, o Imposto sobre Bens Pessoais registou um crescimento de +38,5% onde os particulares pagaram a última prestação do plano de facilidade de pagamento referente ao saldo da declaração juramentada correspondente ao ano de 2021.

Os recursos da Previdência Social cresceram 89,7% na comparação anual, e sua expansão foi explicada pelos aumentos salariais. O aumento deve-se ao crescimento das Contribuições Patronais (+91,6%) e ao aumento das Contribuições Pessoais (+87,0%).

Vale ressaltar que a evolução desses impostos continua sendo afetada pelas isenções concedidas pelo Estado Nacional para aliviar a carga tributária do setor da Saúde.

Os impostos sobre comércio exterior apresentam variação de +30,8%. Em particular, os Direitos de Importação e o Imposto Estatístico registraram juntos um crescimento de +70,6%, e os Direitos de Exportação aumentaram +16,0%.

A receita nacional em outubro atingiu US$ 1.964.056,4 milhões. Essa dinâmica foi impulsionada pelo crescimento dos recursos da Previdência Social e daqueles vinculados ao mercado interno, informou o Ministério da Economia nesta terça-feira (01.11.2022).

A arrecadação tributária cresceu 92,8% em outubro, na comparação anual, impulsionada principalmente pelo desempenho do IVA, do Imposto de Renda, do imposto sobre créditos e débitos e dos impostos associados à Previdência Social.

Impostos vinculados à atividade econômica recente contribuíram para o crescimento da receita nacional. Dentro deste grupo, destacam-se o IVA com 110,1%, o Imposto sobre Créditos e Débitos com 86,5% e os Impostos Internos Comunitários, 76,1%.

Os impostos que conferem progressividade ao sistema registraram, no conjunto, alta de +115,3%. O imposto de renda aumentou +128,5%, em parte devido ao efeito da primeira parcela do pagamento extraordinário antecipado de lucros corporativos.

Por sua vez, o Imposto sobre Bens Pessoais registou um crescimento de +38,5% onde os particulares pagaram a última prestação do plano de facilidade de pagamento referente ao saldo da declaração juramentada correspondente ao ano de 2021.

Os recursos da Previdência Social cresceram 89,7% na comparação anual, e sua expansão foi explicada pelos aumentos salariais. O aumento deve-se ao crescimento das Contribuições Patronais (+91,6%) e ao aumento das Contribuições Pessoais (+87,0%).

Vale ressaltar que a evolução desses impostos continua sendo afetada pelas isenções concedidas pelo Estado Nacional para aliviar a carga tributária do setor da Saúde.

Os Impostos sobre comércio exterior apresentam variação de +30,8%. Em particular, os Direitos de Importação e o Imposto Estatístico registraram juntos um crescimento de +70,6%, e os Direitos de Exportação aumentaram +16,0%.

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