Desde que o atual governo dos EUA permitiu que mais agentes federais de fronteira revistassem celulares ou laptops em busca de informações sobre o usuário, como se ele fosse um migrante, as demandas de grupos de defesa aumentaram, pois consideram isso uma violação da Constituição.
Essas ações judiciais já foram movidas por dois grupos de defesa, a União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU) e a Electronic Frontier Foundation, que, segundo o El Financiero, Eles alegam que tais ações são realizadas sem ordens judiciais, por exemplo, na fronteira canadense, e violam a Primeira e a Quarta Emendas da Constituição.
Pelo menos dez dos demandantes que representam ambos os grupos são cidadãos americanos, e um deles é imigrante, mas, por causa de sua ascendência afro-americana ou muçulmana, ele foi exposto à violência com que seus pertences são revistados nas passagens de fronteira.
Supostamente, o serviço de Alfândega e Proteção de Fronteiras está autorizado pelo governo a inspecionar todas as pessoas e seus pertences, como bagagens e mercadorias, toda vez que entram e saem do país, mas os depoimentos dos afetados indicam que eles se sentem invadidos e violados, já que chegaram a ser imobilizados com força e seus aparelhos arrancados a ponto de machucá-los.
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