A Câmara de Comércio e Serviços Argentina (CAC) divulgou seu relatório sobre comércio bilateral na semana passada, no início de setembro. Segundo o relatório, o comércio entre Argentina e Brasil atingiu Agosto de 2025 US$ 2.672 bilhões, o que representou um aumento anual de 14,4%.
Balanço negativo
Este resultado deve-se ao facto de, enquanto a Exportações argentinas totalizaram US$ 1.029 milhões, com queda de 11,7% em relação a agosto de 2024 e 6,6% em relação a julho, importações do Brasil atingiu US$ 1.642 milhões, com aumento de 40,4% em relação ao mesmo período do ano anterior e queda de 1,2% em relação a julho de 2025. Como resultado, O déficit mensal foi de US$ 613 milhões, acumulando US$ 4.142 bilhões nos primeiros oito meses de 2025., em contraste com o superávit de US$ 220 milhões registrado no mesmo período do ano passado.
Intercâmbio setorial
Segundo o CAC, a queda nas exportações foi explicada principalmente pela redução dos embarques de veículos de passageiros e de carga, peças e motores automotivos. Por sua vez, o crescimento das importações deveu-se ao aumento das importações de automóveis, peças de reposição, caminhões, motores e energia elétrica.
Papel da Argentina
A Argentina mantém a mesma posição: como fornecedora para o Brasil estava localizada em quarto lugar, atrás da China, dos Estados Unidos e da Alemanha, e como comprador, manteve-se terceiro, depois da China e dos Estados Unidos.
Comércio brasileiro
Em nível global, o Brasil aumentou suas exportações em 3,9% em agosto em relação a 2024 e reduziu suas importações em 2,1%. Assim, registrou superávit de US$ 6.139 bilhões, o sexto mês consecutivo com saldo positivo.
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