Como a tecnologia evoluiu na Alfândega?
Jaime: A evolução foi vertiginosa. A alfândega chilena avançou junto com o mundo. Adaptamos a tecnologia DOS, desktop e internet. Por esse motivo, estamos passando por uma moderna reforma tecnológica em termos de estrutura e pessoal. O investimento necessário era alto, mas a alfândega é o órgão que concentra o comércio exterior do país. Diante disso, promovemos a modernização da TI em segurança, processos de negócio, auditoria, entre outros.
Quais instrumentos monetários eles usaram e quais políticas aplicaram em tecnologia?
Jaime: À medida que o país se modernizava, políticas de qualidade e segurança foram implementadas com recursos próprios. Entretanto, para atender às demandas globais, a Alfândega forneceu financiamento externo. O Chile faz parte das políticas alfandegárias globais e assinou muitos acordos comerciais internacionais, portanto, o Chile deve responder às novas demandas.
Você poderia dar um exemplo de tais requisitos no comércio exterior?
Jaime: Um exemplo são as Regras de Origem. Para conseguir isso, incorporamos ferramentas práticas para intercâmbio comercial com países além de nossas fronteiras.
Quais são as questões tecnológicas prioritárias a serem implementadas e os desafios?
Jaime:Há várias questões prioritárias. Primeiro, melhorar o padrão de fluxo de informações exigido pelo comércio exterior. Para atingir esse objetivo, trabalhamos com todos os atores que interagem com a Alfândega. Encurte ciclos e simplifique processos por meio de novas tecnologias móveis, capturadores, entre outros. Considerando que a melhoria desses processos deve ter um impacto positivo nos usuários.Em segundo lugar, responder às exigências da reforma fiscal do actual Governo, para a qual temos linhas de trabalho internas,
Em relação aos desafios, eles são grandes. Incorporar uma plataforma tecnológica empresarial para melhorar o controle, articular a Alfândega com outros serviços públicos, como o Tesouro, para concentrar informações, evitar duplicações, digitalizar documentação e estabelecer controle sobre outros atores da cadeia de valor..
Quais implicações a reforma tributária terá na Alfândega?
Jaime: A reforma tributária exigirá novos esforços em auditoria, perfil voltado para empresas e rastreamento de mercadorias. Para isso, serão feitos investimentos considerando que nossa área de TI é o suporte para concretizar as mudanças estruturais no país onde intervêm diversos atores.
Qual é a sua mensagem sobre a importância da tecnologia na Alfândega?
Jaime: Para mim, pertencer à Alfândega é um motivo de orgulho porque sua história de mais de cem anos reflete a história do país. Neste século 21 digital, a tecnologia está aí para melhorar processos, desempenho de gestão e servir o país. Portanto, tecnologia não é para computação. A tecnologia é para a sociedade e para gerar valor. Estamos avançando sob essas diretrizes. Utilizamos a tecnologia para apoiar, fortalecer e aprimorar áreas de negócios, gerando benefícios para a Alfândega e outros. Para mais informações, sugiro que visite www.alfândega.cl
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