A Argentina encerrou janeiro com um superávit comercial de 1.987 milhões de dólares, ligeiramente superior aos 1.825 mil milhões do mesmo mês de 2025, marcando assim 26 meses consecutivos com saldo positivo. O comércio total, incluindo exportações e importações, cresceu 3,9% ano a ano, até 12.128 bilhões de dólares, de acordo com a Indec.
exportações
As exportações atingiram 7.057 milhões de dólares, Com avanço de 19,3%impulsionado principalmente pelo maior volume (18,5%), enquanto os preços subiram apenas 0,7%. Quase todos os títulos Todos os produtos apresentaram crescimento em valor, com exceção dos combustíveis e da energia, que registraram queda de 14,1% devido à redução dos preços internacionais. Os produtos primários (PP) registraram crescimento recorde em volume (35,4%), os produtos manufaturados de origem industrial (MOI) avançaram 37,0%, impulsionados por um aumento de preços (20,3%), e os produtos manufaturados de origem agrícola (MOA) cresceram moderadamente (10,1%), equilibrando volume e preços.
Entre o principais destinos, Os Estados Unidos lideraram as exportações, representando 67,9% do total, seguidos pela China (+44,4%), União Europeia (+30,0%) e Índia (+34,9%), enquanto o comércio com o Brasil diminuiu 16,2%. O Oriente Médio representou 7,9% das exportações, impulsionado principalmente por produtos primários e manufaturados agrícolas.

importações
Entretanto, as importações totalizaram 5.070 milhões de dólaresmostrando um queda de 11,9% em relação ao ano anteriorIsso se explicou principalmente por um menor volume de importações (-12,1%), enquanto os preços permaneceram estáveis (+0,2%). usos econômicos Os setores mais afetados foram os de bens intermediários, combustíveis e lubrificantes, e peças e acessórios para bens de capital, que registraram queda tanto em valor quanto em quantidade. Os bens de capital apresentaram redução no volume, embora o aumento dos preços tenha compensado parcialmente a queda no valor. Em contrapartida, os bens de consumo experimentaram crescimento moderado devido ao aumento do volume, e os veículos automotores se destacaram com um aumento recorde na quantidade (+180,7%), mais que dobrando seu valor (106,6%), apesar da queda nos preços unitários (-26,2%).
Quanto a origens Das importações, foram registradas quedas no Brasil (-25,7%), na Índia (-23,9%), na China (-6,4%) e nos Estados Unidos (-7,0%), enquanto as compras da União Europeia aumentaram 12,6%.
Em resumo, o aumento do volume de exportações e a diversificação dos destinos destacam o forte desempenho do setor exportador, enquanto a queda nas compras de certos itens reflete ajustes na demanda interna e nos preços internacionais, consolidando um início de ano equilibrado para a balança comercial. (I)Relatório Técnico. Janeiro de 2026. Indec)
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