O Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agroalimentar (Senasa) e a Secretaria de Agricultura, Pecuária, Pesca e Alimentação da Nação (SAGyP) mantiveram esta semana uma intensa agenda de trabalho com autoridades do governo da República Popular da China, em para ampliar a exportação de alimentos agrícolas para aquele mercado asiático, indicou a entidade.
"O intercâmbio está se aprofundando para ampliar a exportação de produtos agroalimentares argentinos para a China", disse o vice-presidente da Senasa, Rodolfo Acerbi, em relação aos encontros realizados por meio de duas missões simultâneas.
Por um lado, representantes do Administração Geral das Alfândegas da República Popular da Chinaum (GACC) Eles estavam em nosso país Realização de vistoria in loco do sistema de produção e controle de castanhas com vistas à abertura de mercado para esses produtos da Argentina.

Enquanto, Acerbi e o responsável pelas Relações Internacionais da SAGyP, Ariel Martínez, lideraram a Delegação argentina que viajou para Pequim para promover acordos que visem a abertura do mercado chinês carne de porco e miudezas bovinas, e dar continuidade às negociações que permitam a reabertura dos embarques de produtos avícolas.
A delegação da Senasa chefiada pela Acerbi teve uma reunião informativa com o vice-presidente da Associação Nacional de Carnes da China, Chen Wei, para informá-lo sobre os avanços realizados com a Alfândega Chinesa relacionados à incorporação de novos produtos de origem animal que a Argentina passará a comercializar. capaz de exportar quando os novos protocolos forem assinados.

Além disso, durante 8 dias, de 11 a 18 de julho, autoridades chinesas do GACC inspecionado el sistema de produção e controle de frutas secas do nosso país, em particular, pistache, noz-pecã, noz, amêndoa e avelã.
A visita concluiu com uma reunião na sede da Senasa, na qual o chefe da delegação chinesa, BAI Lu, Diretor Geral Adjunto do Gabinete de Importação e Exportação de Segurança Alimentar do GACC, explicou que é a primeira vez que a China faz uma visita para cinco produtos de cada vez. Ele expressou sua agradável impressão sobre o carinho com que foram recebidos em cada lugar, bem como o profissionalismo com que trabalham em cada área. Embora tenha mencionado alguns aspectos que precisam de melhorias, ele ressaltou que o sistema funciona de forma eficiente. Por fim, ele mencionou a disposição de avançar para um acordo final que permita o acesso da castanha argentina ao mercado chinês.
Durante sua estadia na Argentina, a delegação chinesa percorreu as principais áreas produtoras dos cinco cultivos: visitaram fazendas de nozes-pecã em Villa Paranacito e Gualeguay (Entre Ríos) e em Arocena (Santa Fé); noz e amêndoa em Tunuyán e Maipú (Mendoza); plantações de pistache em San Juan e terminou em Viedma (Río Negro) observando as plantações de avelãs.
Vale destacar que a Argentina já vinha solicitando a visita há algum tempo, o que é uma condição para que a agência do país asiático estabeleça requisitos de importação.
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