O Porto de Buenos Aires chega a uma solução trabalhista para 159 trabalhadores da empresa TRP SA, após dois meses de conflito.
Desacordo entre partes privadas
No mês Julho 2018 Foi instituída mesa de diálogo perante o Ministério do Trabalho da Nação, integrada pelos três operadores dos terminais portuários Terminais APM, BACTSSA e TRP pelo setor privado, FEMPINRA e SUPA pela representação sindical e por funcionários do Ministério dos Transportes e da Administração Geral dos Portos da Empresa Estatal (AGPSE).
Isto se enquadra no âmbito do Procedimento Preventivo de Crise apresentado pela empresa TRP, em consequência da concorrência entre este operador portuário e a APM Terminals e de uma conciliação obrigatória ditada pelo referido órgão de trabalho.
O principal objetivo da mesa redonda foi encontrar soluções para o conflito entre a operadora portuária TRP SA, parte do grupo DP World, e a empresa de navegação Maersk.
Intervenção do Porto de Buenos Aires
Sem prejuízo de que se trata de um conflito entre empresas privadas, a Administração Geral de Portos SE – Puerto Buenos Aires, na qualidade de autoridade executora, em conjunto com o Ministério dos Transportes e o Ministério do Trabalho da Nação, Ele participou dessas reuniões com o objetivo de trazer soluções e promover um espaço de diálogo. entre as partes envolvidas que permitisse chegar a uma solução para o conflito que afetou 159 postos de trabalho na empresa TRP SA
Restauração de emprego
Nesta quinta-feira (23.8.2918) na audiência realizada perante as autoridades do Ministério do Trabalho, a empresa TRP SA – DPW Buenos Aires desistiu do Procedimento Preventivo de Crise (PPC) apresentado àquele ministério, restabelecendo assim a relação de trabalho dos 159 trabalhadores trabalhadores portuários envolvidos neste procedimento.
Este é o resultado dos espaços de escuta e diálogo que a Autoridade Federal e Administradora do Porto de Buenos Aires promove desde 2016 para trabalhar com toda a comunidade portuária.
"Estamos convencidos de que o diálogo é o caminho e nosso papel é sermos facilitadores. Entendemos que há situações globais na indústria portuária de navegação que afetam as relações comerciais de nossos concessionários e das companhias de navegação, mas acima de tudo devemos encontrar soluções superiores que beneficiem nosso país e não interesses particulares como infelizmente foi visto neste conflito entre partes privadas..” afirmou o Controlador da Administração Geral dos Portos, Gonzalo Mortola.
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