A Argentina gerou um superávit comercial de US$ 797 milhões em janeiro passado, informou o Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec) na terça-feira (20.02.2024/XNUMX/XNUMX).
No entanto, o superávit registrado no primeiro mês deste ano está abaixo do alcançado em dezembro, que atingiu US$ 1.018 bilhão.
Segundo o Indec, o volume de comércio (exportações mais importações) caiu 2,9% em janeiro em relação ao ano anterior, para um total de US$ 9.999 bilhões.
exportações
Segundo o relatório, em janeiro o país exportou USD 5.398 milhões, 9,6% a mais que no mesmo mês de 2023.
Este aumento deveu-se à venda de produtos primários (PP) com um aumento de 55,4%, o que correspondeu a US$ 580 milhões; Nesta categoria, as quantidades aumentaram 63,7% em relação a janeiro de 2023 e os preços diminuíram 5,8%.
O valor das exportações de combustível e energia (CyE) subiu 10,3%; enquanto os preços diminuíram 15,4% e as quantidades aumentaram 31,2%. Nesta área, destacou-se o aumento das vendas de petróleo bruto.
Sobre as Manufaturas de Origem Agrícola (MOA) subiu 3,1%, equivalente a US$ 56 milhões, devido ao aumento de 16,6% nas quantidades, com queda de 14,4% nos preços.
Para exportações de Produtos de Origem Industrial (MOI) a queda foi de US$ 226 milhões, 15,6% em relação ao ano anterior, devido a uma queda de 10% nas quantidades e de 5,5% nos valores.
importações
No que se refere às importações, estas ascenderam a USD 4.601 milhões, o que representou uma queda acentuada de 14,3% em relação ao ano anterior. Neste caso, preços e quantidades diminuíram 3,6% e 11,3% respectivamente.

Por zonas econômicas e países selecionados
Em janeiro, o comércio com o Mercosul registrou saldo positivo de USD 54 milhõess. Do total, 78,9% tiveram como destino o Brasil; 9,7% para o Uruguai; 8,7% para o Paraguai; e 2,7% para a Venezuela.
A Argentina também manteve superávit comercial com o restante da ALADI (US$ 720 milhões), Chile (US$ 352 milhões) e Peru (US$ 234 milhões).
Em vez disso, o país mantém déficit comercial com a China por US$ 558 milhões, a União Europeia por US$ 451 milhões e o USMCA (Estados Unidos, México e Canadá) por US$ 125 milhões, nessa ordem. (Intercâmbio comercial argentino. Números estimados para janeiro de 2024)
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