InícioComércioArgentina-Brasil: Como foi o comércio bilateral em abril?

Argentina-Brasil: Como foi o comércio bilateral em abril?

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Segundo dados do último relatório de comércio bilateral elaborado pela Câmara de Comércio e Serviços Argentina (CAC), o comércio bilateral entre Argentina e Brasil foi US$ 2315 milhões eNo quarto mês do ano, 9,5% menor que o valor obtido no mesmo período de 2023, quando foi de US$ 2557 milhões. Da mesma forma, a taxa de câmbio permaneceu bastante semelhante à de março passado (-0,4%), devido à ligeira queda das exportações em 0,2% e das importações em 0,6%.

Os de vendas Argentinos para o Brasil cresceram 2024% em abril de 36,7 em relação a abril de 2023 (A variação voltou a ser positiva, como em março, após 11 meses consecutivos de queda) totalizando US$ 1215 milhões, enquanto o importações desse destino foram US$ 1099 milhões e apresentaram queda de 34,1% em relação ao ano anterior. Assim, a balança comercial da Argentina apresentou superávit de US$ 116 milhões.

Saldo positivo

O comércio entre os dois países acumulou saldo positivo para a Argentina nos primeiros quatro meses do ano. US$ 35 milhões. Vale destacar que as exportações aumentaram 2,8% nos primeiros quatro meses de 2024 em relação aos quatro meses de 2023, enquanto as importações do Brasil diminuíram 29,8% no mesmo período.

O aumento interanual das exportações argentinas para o Brasil registrado em abril (36,7%) correspondeu principalmente ao aumento de veículos automotores de passeio, cevada não moída, produtos hortícolas frescos não refrigerados e trigo e centeio não moídos, enquanto a queda interanual das importações argentinas (34,1%) foi explicada principalmente pela queda de veículos automotores de passeio, peças e acessórios para veículos automotores, motores de pistão e suas peças e minério de ferro.

Terceiro lugar

A Argentina ficou em terceiro lugar entre os maiores fornecedores do Brasil, atrás da China e Hong Kong e Macau (US$ 4666 milhões) e dos Estados Unidos (US$ 3325 milhões). 

Por sua vez, entre os principais compradores do Brasil, a Argentina ficou em sexto lugar, atrás da China, Hong Kong e Macau (US$ 9770 milhões), Estados Unidos (US$ 2957 milhões), Espanha (US$ 1152 milhão), Holanda (US$ 1108 milhão) e Cingapura (US$ 1101 milhão).

As expectativas de mercado divulgadas pelo Banco Central do Brasil em abril apresentaram números superiores aos do mês anterior em termos de estimativa de crescimento para 2024 (2,05% ante 1,9%). A expectativa de aumento anual de preços caiu ligeiramente para 3,72% (no mês anterior havia sido de 3,75%). A taxa Selic também deve subir para 9,63% (1,12 ponto percentual abaixo do valor atual).

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