O Governo Nacional realizou a modernização e unificação dos procedimentos de controle sanitário para alimentos importados, adaptando-os a padrões mais eficientes e coordenados, por meio da promulgação de Decreto nº 790/2025.
A regulamentação, publicada nesta terça-feira (11 de novembro de 2025), modifica o Decreto nº 1812/1992, estabelecendo que as importações com certificados de livre venda ou documentos equivalentes emitidos por autoridades sanitárias de países com alto nível de vigilância não estarão sujeitas a controles adicionais. Segundo o texto oficial, a iniciativa busca “garantir a segurança e a qualidade dos produtos que entram no território nacional”, além de simplificar e agilizar os procedimentos de comércio exterior.
Unificação de controles
A medida unifica os procedimentos de inspeção que antes estavam dispersos entre diferentes agências e regulamentações, evitando duplicação. Assim, SENASA será responsável por verificações prévias à entrada na praça para produtos de origem animal ou vegetal que não sejam embalados para venda direta ao público, enquanto o A ANMAT realizará os controles após a entrada no mercado. dos produtos condicionados à venda direta, dentro de sua área de competência.
Isenções para certificados
Conforme já mencionado, o decreto estabelece que os alimentos com certificação de livre venda ou documentos equivalentes emitidos por autoridades competentes de países com níveis adequados de vigilância sanitária não estarão sujeitos a controles adicionais. Entre os países cujas certificações os isentam de controles adicionais, de acordo com o decreto, novo Anexo III do Decreto nº 2126/1971, estão incluídos:
- Canadá
- Estados Unidos da América
- Comunidade da Austrália
- NZ
- Estado de israel
- Japão
- Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte
- Países membros da União Europeia
- Países membros da Associação Europeia de Livre Comércio
- Aqueles com Tratados de Integração Econômica ou Acordos de Reciprocidade em matéria de saúde e higiene.
O decreto incorpora um abordagem baseada na gestão de riscospermitindo que os recursos de controle sejam concentrados nos produtos que representam o maior risco para a saúde ou para as condições fitossanitárias.
Com essa atualização regulatória, a Argentina otimiza a coordenação entre as autoridades sanitárias, simplifica os procedimentos, evita a sobreposição de controles e fortalece tanto a proteção da saúde pública quanto a eficiência do comércio exterior.
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