A Direcção-Geral das Alfândegas (DGA) informou que começou a realizar leilões de materiais recicláveis como plástico, alumínio, tampas, materiais ferrosos e ferro, para dar tratamento sustentável aos bens que Foi destruído anteriormente.
De acordo com as informações divulgadas nesta terça-feira (24.05.2022/XNUMX/XNUMX), “essa mudança está em linha com um maior comprometimento com o cuidado com a ambiente e de acordo com os preceitos do economia circular".
Produtos encontrados nas diversas alfândegas do país, sejam eles apreendidos ou abandonados, podem ser leiloados ou doados. No entanto, a agência afirmou: “quando isso não for possível, ele deve ser destruído, o que gera altos custos ambientais porque são levados por incineração ou enterramento em aterros sanitários depois de desmantelados."
Perante esta situação, a DGA referiu como minimizar o impacto: “o passo prévio necessário para que estes bens possam ser reciclados é a sua "desmantelamento da posição tarifária". Para isso, ele destacou que "Cada produto deve passar por um processo para que sua função original seja inutilizada. De lá Seu único destino possível é a reciclagem do material de que é feito”.
Com esta nova modalidade, o A alfândega pode disponibilizar, seja por meio de doações ou leilões simultâneos em vários pontos do país, insumos como plástico, alumínio, coberturas, materiais ferrosos ou ferro, que estará disponível para cooperativas ou empresas de reciclagem certificadas para este tipo de destruição sustentável.
Por fim, a agência lembrou que caso a opção seguida pela reciclagem seja um leilão, estes são realizados por meio de uma “modalidade virtual que permite a participação de interessados de vários pontos do país.". (Comunicado de imprensa da DGA)
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