Nos dois primeiros meses do ano, apesar de um ambiente externo complexo e de dificuldades internas, o comércio exterior da Argentina manteve uma tendência positiva iniciada em dezembro de 2023, após um ano com poucos valores crescentes. Estatísticas oficiais publicadas pelo INDEC na terça-feira (19.03.2024) mostram um superávit comercial de US$ 1.438 milhões em fevereiro.
Segundo dados oficiais, a Argentina exportou US$ 5.531 bilhões em fevereiro, 5,6% a mais que no mesmo mês de 2023.
Enquanto isso, as importações totalizaram US$ 4.093 bilhões, representando uma queda anual de 18.6%.
Os números de fevereiro são praticamente explicados pelo aumento das quantidades exportadas (13,5%) e pela queda das quantidades importadas (13,2%). Em vez disso, os preços caíram cerca de 6% em ambas as categorias.
Além disso, o superávit registrado no segundo mês deste ano é quase o dobro do alcançado em janeiro, que atingiu 797 milhões de dólares.
Segundo dados oficiais, o volume de comércio (exportações mais importações) caiu 6,3% em relação ao ano anterior em fevereiro, para um total de US$ 9.624 bilhões.

Ascensões e quedas por setor
No que diz respeito aos itens do exportações, Os produtos primários cresceram 18,8%, os produtos agrícolas e pecuários cresceram 8,0%, os produtos industriais caíram 3,9% e as vendas de combustíveis e energia caíram 3,2%.
Em relação a importações, o uso econômico mais afetado pela queda foi o de Combustíveis e lubrificantes, com queda de % 73,9 Os bens de consumo caíram % 19,7 Bens intermediários diminuíram 12,2%, Os bens de capital cresceram 0,4% e veículos automotores de passageiros aumentaram 41,3%.
Além disso, o superávit registrado no segundo mês deste ano é quase o dobro do alcançado em janeiro, que atingiu 797 milhões de dólares.
Segundo dados oficiais, o volume de comércio (exportações mais importações) caiu 6,3% em relação ao ano anterior em fevereiro, para um total de US$ 9.624 bilhões.
Negocie com os principais parceiros
Em relação ao comércio com os principais parceiros, as estatísticas mostram a seguinte situação:
Brasil. Foi registrado saldo positivo de US$ 15 milhões com a República Federativa do Brasil, resultado de US$ 1.028 milhões exportados e US$ 1.013 milhões importados daquele país.
Estados Unidos. O saldo com os Estados Unidos também foi favorável, com saldo de US$ 12 milhões. O país americano comprou produtos no valor de US$ 407 milhões e vendeu mercadorias no valor de US$ 395 milhões para o nosso país.
Chile. Bons resultados também foram alcançados com a República do Chile. Empresários locais exportaram US$ 416 milhões para o país transandino e importaram US$ 52 milhões, o que gerou um resultado de US$ 364 milhões a seu favor.
China. O saldo, porém, foi negativo com a República Popular da China (-US$ 339 milhões). O gigante asiático comprou produtos argentinos no valor de US$ 391 milhões, mas vendeu ao nosso país mercadorias no valor de US$ 730 milhões.
UE. O saldo com a União Europeia também foi deficitário (-USD 134 milhões). Os países do velho continente pagaram US$ 467 milhões pelas exportações argentinas, mas arrecadaram US$ 601 milhões pelos produtos que venderam na Argentina.
Em suma, durante os dois primeiros meses de 2024, a Argentina acumulou um superávit comercial de US$ 2.222 bilhões, com exportações de US$ 10.928 bilhões e importações de US$ 8.706 bilhões.
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