A balança comercial da Argentina registrou superávit de 1,1 milhão em abril. 1470 milhões de dólares, o maior valor desde julho de 2020, informou o Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC) nesta quarta-feira (19.05.2021/XNUMX/XNUMX).
O resultado é explicado porque o As exportações aumentaram 41,3% para um valor de 6.143 mil milhões de dólares, atingindo seu maior nível desde agosto de 2014, graças à evolução positiva dos preços das commodities.
Ao mesmo tempo, As importações totalizaram 4.673 bilhões de dólares, o que representou um aumento anual de 61,5%, devido ao forte aumento das transações em relação a abril de 2020, quando estava em vigor o regime de restrições à atividade comercial devido à pandemia da COVID-19.
“Em abril, todos os indicadores gerais (valor, quantidade e preço) de exportações e importações aumentaram. Vale destacar que as importações de abril de 2020 apresentaram valor mínimo na série, não registrado desde maio de 2009", apurou o relatório.
As importações aumentaram para US$ 1.779 bilhão, devido a um aumento de 52,6% nas quantidades e de 5,8% nos preços. Em termos dessazonalizados e de ciclo de tendência, as importações diminuíram 9,7%, enquanto em termos de ciclo de tendência cresceram 1,4% em comparação a março de 2021.

O relatório declarou: “Todos usos econômicos registraram variações positivas: bens de capital (BK) subiram 66,6%; Bens intermediários (BI), 57,2%; combustíveis e lubrificantes (CyL) 38,8%; peças e acessórios para bens de capital (PyA), 90,4%; bens de consumo (BC), 34,8%; veículos automotores de passageiros (VA), 81,6% e o restante (266,7%) devido principalmente ao aumento de mercadorias enviadas por meio de serviços postais (correios).”
As exportações, por sua vez, renderam US$ 1.794 bilhão em relação ao mesmo mês de 2020, principalmente devido ao aumento de 5,8% nos preços e de 52,6% nas quantidades. Em termos dessazonalizados, as exportações de abril caíram 9,7% e, seguindo a tendência cíclica, aumentaram 1,4%, em cada caso, em relação a março de 2021.
Quanto a títulos“as exportações de produtos manufaturados de origem industrial (MOI) aumentaram 79,1%; manufaturas de origem agrícola (MOA), 57,8%; e produtos primários (PP), 16,7%; enquanto combustível e energia (CyE) registraram queda de 26,4%", detalhou o relatório.
Em relação a intercâmbio bilateral, os principais destinos do exportações Os argentinos eram: Brasil, China, Índia, Estados Unidos, Chile, Egito, Vietnã, Indonésia, Malásia e Irã, nessa ordem.
Enquanto isso, os principais países de origem da importações foram os seguintes: Brasil, China, Estados Unidos, Paraguai, Alemanha, México, Tailândia, Índia, Itália e Japão.
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