InícioComércioSuperávit comercial atinge US$ 1.667 bilhão em setembro

Superávit comercial atinge US$ 1.667 bilhão em setembro

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O Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC) divulgou nesta quinta-feira (21.10.2021/1.667/598) as informações sobre o Câmbio Comercial Argentino (ICA), que registrou resultado de US$ 2020 bilhão em setembro, uma melhora em relação aos US$ XNUMX milhões do ano anterior. mesmo período em XNUMX.

O progresso é explicado pelo fato de que Exportações aumentaram 59,8% e atingiu US$ 7553 milhões.

Enquanto isso, As importações aumentaram 42,6 % para atingir US$ 5886 milhões.

Assim, a troca comercial (exportações mais importações) acumula saldo favorável de USD 12.322 milhões.

Nos nove meses, os preços de exportação apresentam um aumento de 29,7 % em comparação com o mesmo período de 2020 que juntamente com o aumento das quantidades de 23,3%, explica o aumento em USD 2.826 milhões para vendas no exterior.

Todos itens aumentaram en relação do ano passado. A variação percentual é a seguinte: combustíveis e energia (CyE), 135%; produtos primários (PP), 106,4%; manufaturas de origem agrícola (MOA), 43,8%; e manufaturas de origem industrial (MOI), 32,3%.

As importações também cresceram, mas foram moderadas pelo peso da economia nacional e pelas medidas de gestão comercial aplicadas por meio de licenças não automáticas. Nessa linha, as compras aumentaram em US$ 1.757 milhões, resultado do aumento de 19,6% nas quantidades e de 19,0% nos preços.

Todos os usos econômicos registraram variações percentuais positivas, exceto veículos automotores de passeio (VA), que caíram 36,4%. Itens como bens de capital (BK), bens intermediários (BI) e peças e acessórios para bens de capital (PyA) aumentaram 35,0%, 54,6% e 51,2%, respectivamente. Combustíveis e lubrificantes subiram 77,8%, enquanto bens de consumo subiram 20,1%.

Destino

Em setembro, os principais destinos das exportações argentinas foram Brasil, China, Chile, Índia, Estados Unidos, República da Coreia, Vietnã, Holanda, Peru e Espanha.

Os dez principais países de origem das importações foram China, Brasil, Estados Unidos, Alemanha, Paraguai, Índia, Tailândia, Itália, México e Espanha.

Os superávits mais significativos em setembro corresponderam ao comércio com o Chile, no valor de US$ 344 milhões; República da Coreia, USD 274 milhões; Índia, US$ 245 milhões; Vietnã, US$ 226 milhões; Holanda, US$ 216 milhões; Brasil, USD 214 milhões; Peru, US$ 166 milhões; Argélia, USD 148 milhões; Indonésia, US$ 110 milhões e Malásia, US$ 99 milhões.

Os maiores déficits foram registrados com a China, US$ 665 milhões; Alemanha, USD 168 milhões; Estados Unidos, US$ 151 milhões; Tailândia, US$ 119 milhões; México, US$ 83 milhões; Egito, US$ 62 milhões; França, USD 43 milhões; Itália, USD 42 milhões; Paraguai, USD 34 milhões; e Hungria, US$ 29 milhões. (Relatório técnico do INDEC)

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