Em setembro, um déficit comercial de US$ 793 milhões de dólares. O país exportou US$ 5.751 bilhões, com queda de 23,5% ano a ano, enquanto as importações totalizaram US$ 6.544 bilhões, o que representou uma contração de 8,3%.
Segundo o Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC) divulgado na sexta-feira (20.10.2023), tais resultados levaram àO volume de troca comercial (exportações mais importações) caíram 16,1% ano a ano em setembro, para US$ 12.295 bilhões.
Dados oficiais dizem que a queda em exportações Em setembro, isso ocorreu devido a uma queda de 12,8% nas vendas. quantidades e 12,5% nos preços, e as vendas diminuíram em todas as áreas: combustíveis e energia (33,8%), produtos primários (31%), manufaturas agrícolas (28,7%) e produtos manufaturados de origem agrícola (5,3%). industrial (XNUMX %).
Enquanto isso, importações caiu devido a uma queda de 11% nos preços, enquanto as quantidades aumentaram 2,7%. Por uso econômico, as importações de combustíveis e lubrificantes (-42,6%), bens intermediários (-12,4%), bens de consumo (-8,4%), bens de capital (-2,5%) diminuíram, enquanto as compras de veículos automotores de passeio (95,3%) e peças e acessórios para bens de capital (3%) aumentaram.

Acumulado nos nove meses de 2023
Desta forma, no primeiro nove meses do ano, a Argentina acumulou uma déficit comercial de US$ 6.960 bilhões, em comparação com um saldo positivo de USD 2.579 milhões de dólares no mesmo período de 2022, com exportações entre janeiro e setembro de 2023 de USD 51.196 milhões de dólares (-23,9% ano a ano) e importações de USD 58.156 milhões de dólares (-10,1, XNUMX% ano a ano).
Esses resultados mostram claramente um esfriamento do comércio com diferentes países nos últimos nove meses. As exportações diminuíram com China (USD 4.036 dólares), Estados Unidos (USD 4.037 milhões), Brasil (US$ 8.920 bilhões) e Índia (US$ 2.018 bilhões), nessa ordem.
No que se refere às importações, embora as compras de produtos da China e dos Estados Unidos tenham diminuído, no acumulado dos nove primeiros meses do ano houve aumento nos pagamentos a Brasil (USD 4.165 milhões), Paraguai (USD 3.110 milhões) e Alemanha (US$ 2.144 bilhões).
Esta tabela alerta para os desafios que o comércio exterior enfrenta, principalmente considerando a desaceleração da atividade econômica na Argentina, bem como a queda dos preços internacionais das matérias-primas. Soma-se a isso as condições climáticas que afetam a produção agrícola do país. (Intercâmbio comercial argentino
Números estimados para setembro de 2023)
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