A gestão aduaneira do complexo fronteiriço de Colchane (norte) registrou mais de US$ 2 milhões em 35 procedimentos de contrabando neste ano. O número superou os 31 casos de 2018, sem levar em conta as atividades ilegais detectadas durante as inspeções de entrada no país.
A informação foi fornecida pelo Diretor Regional da Alfândega de Iquique, Cristian Molina Silva, durante diversas reuniões realizadas nos últimos dias sobre a situação que os líderes dos funcionários da Alfândega têm levantado publicamente em relação à segurança.
Na semana passada, Molina se reuniu com o chefe da Primeira Zona de Tarapacá, general Rodrigo Vicencio, e nesta terça-feira com os governadores de Iquique e El Tamarugal, além dos líderes regionais da Anfach.
A este respeito, indicou que durante este ano já foram apreendidos 6 camiões carregados e 16 veículos que tentavam sair ilegalmente do país, “aos quais se acrescentam 21 procedimentos com a detecção de 779 quilos de drogas e 11.754 doses de Ecstasy que tentavam entrar no país utilizando diferentes métodos de dissimulação. Registramos também um aumento de 36% no fluxo de cargas, 19,9% no tráfego de veículos e 5,2% no tráfego de passageiros em relação a 2018. Ou seja, estamos cumprindo as diretrizes quanto à garantia da proteção dos nossos cidadãos, facilitando o comércio exterior legal, e os números demonstram um trabalho bem-sucedido.”
Sobre as exigências para aumentar a segurança dos funcionários ali alocados, Molina disse que a respectiva coordenação foi realizada e que o trabalho aduaneiro será mantido e intensificado para garantir a devida atenção e o cumprimento das missões e papéis institucionais.
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