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Argentina registra superávit comercial de US$ 142 milhões em janeiro, com forte queda na comparação anual

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Em janeiro de 2025, a Argentina registrou um superávit comercial de US$ 142 milhões, o que representa uma queda acentuada em relação ao mesmo período de 2024, quando o saldo positivo havia sido de US$ 797 milhões.

Apesar da queda, o país acumula quatorze meses consecutivos de saldo positivo na balança comercial, segundo o relatório técnico do INDEC divulgado nesta terça-feira (18.02.2025/XNUMX/XNUMX)

Exportações

Em janeiro, a Argentina exportou mercadorias para US$ 5.890 milhões, Isso representa um aumento de 9,1% em relação ao mesmo mês de 2024. Esse crescimento foi explicado pelo aumento de 12,5% nas quantidades vendidas, apesar da queda de 2,9% nos preços.

Todos os setores apresentaram aumento, exceto produtos primários, que caíram 5,4% devido à queda de 11,7% nos preços, embora as quantidades exportadas tenham crescido 7,2%. Foram destacados os aumentos nas exportações de Combustíveis e Energia (CyE) (+33,7%) e Manufaturas de Origem Agrícola (MOA) (+17,5%).

Em janeiro de 2025, o Dez principais produtos exportados Eles representavam o 60,1% do total:

  • Farinha e pellets de soja (11,3%)
  • Grãos de milho (9,4%)
  • Óleos brutos de petróleo (9,1%)
  • Óleo de soja bruto (8,0%)
  • Trigo e mistura de trigo (7,5%)
  • Ouro para uso não monetário (5,7%)
  • Veículos de carga (2,6%)
  • Carne bovina congelada (2,3%)
  • Grão de cevada (2,2%)
  • Combustíveis e lubrificantes para navios e aeronaves (2,0%)

Quanto a destinos de exportação, as vendas para o Brasil (-10,1%) e China (-37,7%) registraram quedas. Por outro lado, observou-se aumento nas vendas para União Europeia (0,6%), Estados Unidos (24,7%) e Chile (43,8%).

importações

As importações totalizaram USD 5.748 milhões, alta de 24,6% em relação ao mesmo mês de 2024, impulsionada por um aumento de 37,0% nas quantidades, enquanto os preços diminuíram 9,0%. Todos os usos registraram aumentos, exceto combustíveis e lubrificantes (CyL).

Entre as maiores compras em quantidade, destacam-se: Bens de capital (BK), com alta de 56,7%, Peças e acessórios para bens de capital (PyA), com alta de 52,6%, e Bens de consumo (BC), que cresceram 45,7%.

Por outro lado, as importações de combustíveis e lubrificantes (CyL) registraram queda de 24,5%.
Em janeiro de 2025, o Dez principais produtos importados Eles representavam o 12,9% do total nacional. Abaixo estão os detalhes juntamente com sua participação nas importações totais:

  • 8517.79.00 – Partes de telefones e aparelhos para transmissão ou recepção, ne: 2,0%
  • 3002.15.90 – Produtos imunológicos, em doses dosadas ou acondicionados para venda a retalho ne: 1,8%
  • 8703.22.10 – Veículos automóveis para transporte de pessoas, com cilindrada superior a 1.000 cm³ e até 1.500 cm³, com lotação até 6 pessoas: 1,4%
    2818.20.10 – Alumina calcinada: 1,3%
  • 8703.21.00 – Veículos automóveis para transporte de passageiros, com cilindrada até 1.000 cm³ (PO): 1,2%
  • 8708.40.80 – Caixas de velocidades para veículos automóveis nec: 1,1%
  • 8703.23.10 – Veículos automóveis para transporte de pessoas, com cilindrada superior a 1.500 cm³ e até 3.000 cm³, com lotação até 6 pessoas: 1,1%
  • 8704.31.90 – Veículos automóveis para transporte de mercadorias, com motor de pistão de ignição por centelha, com peso total em carga até 5 toneladas, nec: 1,0%
  • 2710.19.21 – Diesel (gasóleo): 1,0%
  • 8708.29.99 – Peças e acessórios de carrocerias de automóveis para transporte de pessoas, mercadorias ou usos especiais, ne: 1,0%

Quanto a mercados, as compras do Brasil (40,3%), China (51,5%) e Chile (102,1%) apresentaram aumento. Em contraste, as importações da União Europeia caíram 0,6% e as dos Estados Unidos caíram 3,9%.

Em resumo, apesar da forte queda do superávit comercial em janeiro de 2025, a Argentina conseguiu manter quatorze meses consecutivos com saldo positivo em sua balança comercial, impulsionada pelo crescimento das exportações e pela recuperação da demanda importadora. O desempenho de setores como Manufaturas Agrícolas e Combustíveis e Energia marcaram o início do ano no comércio exterior argentino. (Intercâmbio comercial argentino. Ativos – Estimativa de valores para janeiro de 2025)

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