Os efeitos da pandemia da COVID-19 ainda se fazem sentir na economia global e nacional, sendo transmitidos ao comércio exterior, que ainda não conseguiu recuperar o ritmo de 2019.
Conforme Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC), troca comercial caiu 9,3% em setembro em relação ao mesmo período do ano passado e atingiu um valor de US$ 8.838 bilhões.
Mês passado euAs exportações foram de US$ 4.711 milhõess, enquanto o Importações atingiram US$ 4.127 bilhões. Diante destes números, a balança comercial registrou um superávit comercial de US$ 584 milhões.
O superávit comercial é US$ 1.160 bilhão menor que o do mesmo mês de 2019, principalmente devido à queda nas exportações de US$ 1.035 bilhão e ao aumento de US$ 125 milhões nas importações.
exportações
Exportações em setembro diminuiu 18,0% (- US$ 1.035 milhões) em relação ao mesmo mês de 2019, devido à queda de 2,0% nos preços e de 16,31% nas quantidades. Em termos dessazonalizados, as exportações recuaram 4,7% em relação a agosto deste ano, enquanto a tendência do ciclo mostrou variação negativa de 0,6%.
Exportações de Todos os setores caíram numa base interanual. A queda mais significativa foi de -35,1% e correspondeu a combustíveis e energia, seguida de produtos primários (-29,8%), manufaturas de origem industrial (-19,4%) e manufaturas de origem agrícola (-5,0%).
Quanto ao destino das exportações, Brasil se torna o principal parceiro comercial da Argentina, deixando a China para trás atrás: em setembro, foram exportados US$ 774 milhões para o país vizinho (queda de -4,8% em relação ao mesmo período do ano anterior), enquanto US$ 310 milhões foram exportados para o Gigante Asiático (o que significou queda de -65,0% em relação a setembro de 2019).
Completam o ranking Estados Unidos (US$ 261 milhões), Chile (US$ 256 milhões), Holanda (US$ 221 milhões), Vietnã (US$ 219 milhões), Índia (US$ 188 milhões), Peru (US$ 134 milhões), Espanha (US$ 124 milhões) e Uruguai (US$ 110 milhões), entre outros.
importações
Em relação às importações, em setembro aumentou em 3,1% (US$ 125 milhões) em comparação ao mesmo mês do ano anterior. Em detalhes, as quantidades cresceram 5,7%, enquanto os preços contraíram 2,4%. Em termos dessazonalizados, as importações aumentaram 22,7% em relação a agosto deste ano, enquanto a tendência cíclica mostrou variação positiva de 0,7%.
“Deve-se notar que setembro de 2020 Foi o primeiro mês que apresentou variação interanual positiva desde setembro de 2018. Após 22 meses consecutivos de variações intermensais negativas, a tendência do ciclo mostrou aumentos em agosto de 2020 e setembro de 2020 de 0,4% e 0,7%, respectivamente", disse o Indec.
A categoria Outras importações cresceram 109,5% ano a ano, seguido por Bens intermediários (12,6%), Veículos automotores de passageiros (11,4%), Bens de consumo (10,9%) e Bens de capital (9,4%). Em contrapartida, as importações de Combustíveis e lubrificantes caíram -30,2% em relação a 2019 e as de Peças e acessórios -13,2%.
Os principais países de origem das importações foram Brasil (US$ 903 milhões e variação positiva de 11,50% na comparação anual), China (US$ 890 milhões e 12,1%) e Estados Unidos (US$ 345 milhões e -35,6%).
Eles completaram a lista Paraguai (US$ 248 milhões), Alemanha (US$ 178 milhões), Índia (US$ 100 milhões), Itália (US$ 85 milhões), Vietnã (US$ 83 milhões), México (US$ 82 milhões), Bolívia (US$ 79 milhões), entre outros.
Saldo excedente
finalmente, o quatro países principais com o qual se obteve um resultado excedente foram Chile (US$ 201 milhões), Holanda (US$ 171 milhões), Vietnam (US$ 135 milhões) e Peru (US $ 119 milhões).
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