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Argentina registra superávit comercial de US$ 1.476 bilhão em julho

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 A balança comercial da Argentina registrou um saldo positivo de 1.476 bilhão de dólares em julho, informou o Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC) nesta terça-feira (25.08.2020).

Contudo, a As exportações caíram 16,3% enquanto as importações caíram 30,1%. Como resultado, a balança comercial foi positiva, em US$ 1476 bilhão.

“O superávit comercial ocorreu no contexto de um declínio tanto nas exportações quanto nas importações. Esse comportamento, de variação positiva do superávit comercial em decorrência de maiores quedas nas importações em comparação à queda nas exportações, vem sendo registrado de janeiro de 2020 até o momento", explicou a organização.

Nesse sentido, o exportações Em julho, elas diminuíram 16,3% (-US$ 953 milhões) em relação ao mesmo mês de 2019, devido à redução de preços de 6,3% e de quantidades de 10,7%. Enquanto em termos dessazonalizados as exportações caíram 0,8% em relação a junho de 2020, a tendência do ciclo mostrou variação negativa de 1,0%.

Exportações de Todos os setores diminuíram em relação ao ano anterior, sendo a queda mais significativa na indústria de transformação (-32,3%). Seguiram-se os combustíveis e a energia (-20,3%), produtos primários (-10,0%) e indústria agrícola (-9,0%).

O fraco desempenho das exportações também fica evidente quando se analisa o intercâmbio com os principais parceiros comerciais da Argentina.. Brasil ficou em primeiro lugar: em julho, foram exportados US$ 557 milhões para o país vizinho (uma queda de -34,9% (em relação ao mesmo período do ano passado), a queda nas vendas foi causada pela menor demanda naquele país devido às dificuldades econômicas, enquanto A China se posicionou em segundo lugar com US$ 553 milhões (o que significou uma queda de -14,3% em relação a julho de 2019).

Completam o ranking os Estados Unidos (US$ 369 milhões), a Índia (US$ 312 milhões), o Vietnã (US$ 269 milhões), o Chile (US$ 238 milhões), a Holanda (US$ 201 milhões), a Argélia ( US$ 118 milhões), Egito (US$ 109 milhões), Arábia Saudita (US$ 106 milhões) e Indonésia (US$ 100 milhões), entre outros.

Em relação ao importações, em julho diminuiu 30,1% (-US$ 1.478 milhões) em relação ao mesmo mês do ano anterior, devido à redução de 24,2% nas quantidades e de 7,8% nos preços. Em termos dessazonalizados, as importações recuaram 1,2% em relação a junho de 2020, enquanto a tendência do ciclo apresentou variação negativa de 0,1%.

Todos os usos econômicos registraram variações negativas. As importações de combustíveis e lubrificantes caíram -54,8%, seguidas de veículos automotores de passeio (-51,6%), peças e acessórios para bens de capital (-50,9%), bens de capital (-24,0%), bens de consumo (-16,7%) e bens intermediários (-15,9%). O restante das importações, que representam 1,1% do total, aumentaram 65,2%.

Os principais países de origem das importações foram China (US$ 751 milhões e variação negativa de -20,4% ano-a-ano), Brasil (US$ 692 milhões e -25,4%) e Estados Unidos (US$ 382 milhões e -45,9%). milhões e -XNUMX%).

Completam a lista Paraguai (US$ 216 milhões), Alemanha (US$ 126 milhões), Bolívia (US$ 81 milhões), Itália (US$ 73 milhões), Vietnã (US$ 70 milhões), França (US$ 70 milhões). milhões) ), México (US$ 66 milhões) e Índia (US$ 62 milhões), entre outros.

finalmente, o três países principais com o qual se obteve um resultado excedente foram India (US$ 250 milhões), Vietnam (US$ 199 milhões) e Chile (US $ 191 milhões).

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