A Argentina encerrou junho com um saldo positivo de US$ 1.911 bilhão em sua balança comercial, somando exportações de US$ 6.590 milhões (21% a mais que no mesmo mês de 2023) e reduzindo suas importações em 35,4%, para US$ 4.679 milhões.
De acordo com o Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC), na quinta-feira (18.07.2024), o comércio (exportações mais importações) diminuiu 11% em relação ao mesmo mês do ano anterior e atingiu o valor de 11.269 milhões de dólares.
As exportações aumentaram principalmente devido ao aumento de 30,2% nas quantidades, enquanto os preços caíram 6,6%. As vendas aumentaram em todas as áreas nesta ordem: produtos primários (40,1 %%), combustíveis e energia (24,2%), manufaturas agrícolas (16,1%) e manufaturas industriais (13,1%).
Enquanto isso, as importações caíram tanto em quantidade quanto em preço, em 34,5% e 1,7%, respectivamente. Por categoria, as importações de bens intermédios diminuíram (-37,4%), peças e acessórios para bens de capital (-37,3%), bens de capital (-34,8%), veículos automotores de passeio (-33,5%), combustíveis e lubrificantes (-31,2%) e bens de consumo (-29,7%).

Meses 6
No período de janeiro a junho de 2024, as exportações da Argentina totalizaram US$ 38.176 milhões e as importações totalizaram US$ 27.468 milhões. Assim, acumulou um superávit comercial de US$ 10.708 milhões, dado que as exportações aumentaram quando nos primeiros seis meses de 2023 havia sido registrado um déficit de US$ 6.925 milhões.
Neste período, o Brasil foi o principal destino das exportações com 16,2% do total; A China veio em seguida com 9,4%, enquanto Estados Unidos e Chile receberam 7,6% e 7,4% dos embarques argentinos para o exterior, respectivamente.
A origem das importações foi liderada por Brasil, China e Estados Unidos, que representaram 22,5%, 16,8% e 11,4% das compras argentinas, na ordem indicada. (Comércio argentino. Estimativas para junho de 2024, INDEC)
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