O país africano confirmou a aceitação do certificado sanitário para importações da Argentina.
"Incorporar novos destinos para os produtos, tecnologia e conhecimento gerados em nosso território, significa ampliar os limites de alcance da agroindústria nacional. Atendemos às necessidades de cada setor e, justamente, essa foi uma solicitação da iniciativa privada”, afirmou o ministro da Agroindústria, Luis Miguel Etchevehere, que também destacou o trabalho conjunto realizado pelo Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar (Senasa), juntamente com a Secretaria de Mercados Agroindustriais, que tornou possível a abertura.
Por sua vez, o presidente da Senasa, Ricardo Negri, ele enfatizou "o esforço e o intercâmbio técnico envolvidos na concordância sobre os requisitos sanitários e certificados que acompanham a exportação de um produto, neste caso, sêmen equino" e sustentou que "abrir um mercado é uma nova oportunidade para a produção argentina acentuar sua expansão no mercado internacional".
As negociações com o Quênia para autorizar a exportação de genética equina argentina começaram em novembro passado.
Em 2017 Argentina exportou 426.320 toneladas de produtos agrícolas para o Quênia por um valor total de US$ 83 milhões.
O país africano ocupa a 57ª posição entre os destinos dos embarques agroindustriais nacionais.
98,82% das exportações da Argentina para esse destino são agroindustriais. O trigo compõe 90% de remessas. Os 10% restantes são compostos por exportações de amendoim, milho, vinho e chá..
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