O comércio exterior da Argentina registrou superávit de US$ 1.601 bilhão em outubro, informou o Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC) na terça-feira (23.11.2021/XNUMX/XNUMX).
Embora o número seja positivo, ele é 3.95% menor que o resultado alcançado em setembro, quando o superávit foi de US$ 1.667 bilhão.
Assim, o resultado de outubro foi impulsionado pelo desempenho das exportações, que atingiram US$ 6.848 bilhões, enquanto as importações atingiram US$ 5.247 bilhões.
Dessa forma, nos primeiros dez meses do ano, o saldo comercial totalizou 13.940 bilhões de dólares, segundo dados do INDEC.
As exportações As vendas de outubro aumentaram 46,5% em comparação ao mesmo mês de 2020, devido a um aumento de 28% nos preços e de 13,6% nas quantidades. Em termos dessazonalizados, as exportações de outubro caiu 6,0%, em relação
a partir de setembro de 2021. Todos itens registraram aumentos: combustíveis e energia, 153,2%; produtos primários, 73,7%; manufaturas de origem industrial, 56,8%, e manufaturas de origem agrícola, 16,5%.
Como para o importações, foi alcançado um aumento de 31% em relação a outubro do ano anterior, resultado do aumento de 11,1% nas quantidades e de 17,9% nos preços, impulsionado - em parte - pela forte escalada ascendente do frete marítimo, após a reativação do comércio pós-pandemia. Em termos dessazonalizados, as importações diminuiu 5,5%, em relação a setembro de 2021. Todos os usos econômicos aumentaram, exceto para veículos automotores de passageiros (VA), que caiu 43,8%.
O INDEC indicou que “Bens de capital (BK) aumentaram 24,9%; Bens intermediários (BI), 33,5%; combustíveis e lubrificantes (CyL), 191,1%; peças e acessórios para bens de capital (PyA), 33,6%; bens de consumo (BC), 13,1%; e o restante, 35,7%; principalmente devido ao aumento de mercadorias enviadas por meio de serviços postais (couriers).”
A respeito de parceiros de negócios, Brasil manteve-se na liderança, sendo o principal destino das exportações argentinas e o segundo fornecedor das importações, atrás China. Em termos anuais, as vendas para o país vizinho cresceram 50,1%, ante um aumento nas compras de apenas 13,1%, o que se traduziu em um superávit comercial de US$ 115 milhões.
Os outros principais destinos das vendas argentinas são China e Estados Unidos. Índia, Chile, Coreia, Vietnã e Holanda também se destacaram.
Em relação às importações, os principais países de origem são: China, Brasil, Estados Unidos, Alemanha, Paraguai, Índia, Tailândia, Itália, Bélgica e Egito.
Os excedente mais importanteOutubro correspondeu ao comércio com Chile e Índia, de cerca de US$ 310 milhões cada. Também houve superávits com Holanda, Coreia, Peru, Vietnã, Bangladesh, Argélia, Brasil e Malásia. O maiores déficits foram registrados com China, por US$ 809 milhões; Alemanha (US$ 147 milhões) e Tailândia (US$ 101 milhões). (Relatório técnico do INDEC)

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