O Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec) divulgou hoje (19.01.2023/XNUMX/XNUMX) o relatório sobre Bolsa de Comércio Argentina (ICA) referente a dezembro e final de 2022.
O relatório destaca que a balança comercial registrou superávit de US$ 6.923 milhões em 2022, o que implica uma contração de 53% em relação ao total alcançado em 2021.
Segundo o Indec, o volume de comércio (exportações mais importações) aumentou 20,4% em relação a 2021, atingindo 169.969 bilhões de dólares.
O país percebeu exportações para um valor recorde de US$ 88.446 milhões, 13,5% a mais que em 2021, graças a um aumento nos preços de 16,2%, embora as quantidades tenham caído 2,3%, segundo o Indec.
Em relação ao importações totalizaram US$ 81.523 bilhões no ano passado, representando um aumento anual de 29%, impulsionado por um aumento nas quantidades de 11% e nos preços de 16,3%.

Em 2022, o principais destinos das vendas argentinas ao exterior foram Brasil (14,3%), China (9,1%), Estados Unidos (7,5%), Chile (5,6%), Índia (5,2%), Holanda (4,0%), Vietnã (3,7%), Peru ( 2,8%), Indonésia (2,4%) e República da Coreia (2,3%), nessa ordem.
Segundo o Indec, a Argentina fechou o ano com um déficit com o Mercosul e principalmente com o Brasil (US$ 3.472 milhões), embora o maior câmbio desfavorável tenha sido registrado com a China (US$ 9.494 milhões). Com o USMCA (Estados Unidos, Canadá e México), o déficit chegou a US$ 3.904 milhões e com a União Europeia a USD 272 milhões, segundo dados oficiais.
Em vez disso, o país registou uma excedente no comércio com o Chile por US$ 4.160 bilhões, seguido pelo grupo ASEAN por US$ 3.670 bilhões, África e Magreb por US$ 2.784 bilhões, Índia com US$ 2.706 bilhões e Oriente Médio com US$ 2.121 bilhões.
Dezembro
De acordo com o relatório oficial, a balança comercial em Dezembro no ano passado, fechou com um saldo a seu favor de US$ 1.102 milhões.
As exportações totalizaram US$ 6.119 bilhões, queda de 7,1% em relação ao ano anterior, e as importações totalizaram US$ 5.017 bilhões, queda de 19,3%.
(Para mais informações, consulte o Relatório Técnico de Comércio Exterior do INDEC)

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