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Uruguai apresentou as bases do Plano Nacional de Fronteiras

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O Ministério das Relações Exteriores apresentou nesta segunda-feira na sede da Chancelaria as bases do Plano Nacional de Frontera no âmbito do Plano Estratégico de Política Externa para o quinquénio 2020-2025. Tem como objetivo melhorar a presença institucional com um sistema único de colaboração, empoderando governos departamentais e organizar o sistema de migração e refugiados.

O evento foi presidido pelo Ministro das Relações Exteriores Francisco Bustillo. Participaram o Diretor Geral de Fronteiras, Demarcação e Assuntos Marítimos, Federico Perazza; O coordenador residente das Nações Unidas, Pablo Ruiz Hiebra, e o representante do Uruguai no Fundo de População das Nações Unidas, Fernando Filgueira.

Bustillo expressou, em comunicado presidencial, que as questões de fronteira se baseiam três planos: bilateral, regional e multilateral, e garantiu que este plano transforma a política nacional de fronteiras.

O futuro embaixador do Uruguai na Suécia, Federico Perazza, disse que o plano consiste em 28 objetivos com 84 ações o que nos permitirá atingir os Objetivos de Desenvolvimento das Nações Unidas para 2030 para reduzir a desigualdade entre os países.

Também prioriza integração com Argentina e Brasil. Busca construir uma política pública de fronteira que seja valorizada como política de Estado e que gere uma coordenação exclusiva com os intervenientes sediados nos departamentos de fronteira.

Perazza destacou que também melhora a presença institucional no território, fortalece os governos departamentais, busca tornar a migração na fronteira seca com o Brasil mais ordenada e ajustada aos direitos humanos e expõe o papel fundamental do Uruguai na questão dos refugiados.

“A resposta deve ser articulada e coordenada dentro do Estado e interagindo com os governos departamentais, organizações internacionais e o Poder Legislativo, para dar um salto qualitativo na resposta às questões de fronteira”, explicou.

Ele também delineou outros objetivos, como a criação de observatórios para questões de saúde, competitivas e educacionais; melhorar os registros estatísticos; analisar as condições de habitação e saneamento; reduzir o emprego informal; formar cooperativas binacionais; inovar no turismo de compras impulsionado pela lojas livres, trabalhar em aspectos tecnológicos, energia e custódia militar e policial.

Inclui também, entre outros aspetos, o acompanhamento do cumprimento das ações e objetivos através da Plataforma do Sistema Integrado de Gestão Estratégica, disponibilizado pela Agência do Governo Eletrônico (Agesic), e incentiva uma maior coordenação entre as agências envolvidas.Comunicação da Presidência)

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