A Direção Geral de Alfândegas informou no sábado (20.05.2023/XNUMX/XNUMX) sobre uma remessa significativa de drogas que foi encontrada usando um método de controle não intrusivo na passagem de fronteira entre Argentina, Brasil e Paraguai.
Segundo informações oficiais, a Alfândega descobriu esta remessa de maconha avaliada em 33 milhões de pesos no banco de trás de um carro, no Ponte Internacional Tancredo Neves, na Tríplice Fronteira. O fato aconteceu quando um homem tentava levar mais de 200 quilos de maconha escondidos no banco traseiro de um carro Mercedes Benz, modelo C40, de Ciudad del Este, no Paraguai.
No meio do habitual controlo efectuado pela Alfândega no local, a Cachorro Floky Ele marcou o veículo e, junto com seu instrutor e agentes especializados, foi confirmada a presença de drogas por meio do scanner. Acredita-se que o destino final da droga seja a Província de Buenos Aires. O motorista foi detido e mantido incomunicável por ordem do juiz federal de Eldorado, juiz Miguel Ángel Guerrero.
No momento em que Floky realizava as verificações, seu comportamento mudou repentinamente e ele agiu de maneira compatível com a presença de narcóticos ou moeda estrangeira (veja o vídeo). Foi lá que o pessoal da agência procedeu à inspeção por meio de Usando o scanner e isso gerou imagens suspeitas.



Os Inspetores aduaneiros Eles identificaram as áreas do carro onde estavam escondendo a carga, desmontaram as áreas marcadas e encontraram a maior parte no banco traseiro, que tinha um fundo falso onde estavam escondidos os pacotes de maconha.
No total, havia 41,765 quilos de maconha, de acordo com os resultados dos narcotestes realizados por agentes especializados da Direção Geral das Alfândegas.
O motorista é argentino, mora na cidade de Montecarlo, a 125 quilômetros da fronteira, e o carro tinha placa argentina.
Segundo a Alfândega, o detido poderá ser condenado a até 12 anos de prisão, nos termos do artigo 866 do Código Aduaneiro.
Recorde-se que a Alfândega desempenha um papel central na segurança e facilitação do comércio global, visando proteger a cadeia logística internacional e melhorar o comércio exterior. Para cumprir sua finalidade, a entidade utiliza métodos de controle não invasivos, incluindo cães farejadores de drogas.
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