A Organização Mundial das Alfândegas (OMA) e a Organização Mundial do Comércio (OMC) lançaram uma nova publicação na segunda-feira (03.10.2022) sobre o uso de tecnologias disruptivas pelas alfândegas.
La Edição de 2022 do Relatório de Estudo “Tecnologias Disruptivass» baseia-se no documento publicado em 2019 e é o resultado do trabalho conjunto de ambas as organizações, em estreita colaboração com as administrações aduaneiras, representantes do setor privado e outras partes interessadas.
A publicação reformulada tem como objetivo promover a conscientização e o conhecimento sobre o uso de tecnologias disruptivas no comércio internacional, particularmente no ambiente de gestão de fronteiras, destacando os benefícios e oportunidades, bem como os desafios e lacunas identificados.
O documento também pretende servir como fonte. informações importantes para as ações aduaneiras relativas à agenda do comércio sem papel e à implementação do Acordo de Facilitação do Comércio da OMC.
Vale lembrar que a colaboração entre a OMA e a OMC no trabalho sobre tecnologias disruptivas começou no início de 2021 e incluiu a coleta de resultados de pesquisas relacionadas ao uso dessas tecnologias disruptivas pelas alfândegas e o documento intitulado “O papel das tecnologias avançadas no comércio transfronteiriço: uma perspectiva alfandegária”. Além disso, a OMA organizou duas conferências de tecnologia e vários workshops regionais sobre tecnologias disruptivas durante 2020, 2021 e 2022.
Com isto em mente, a versão de 2022 incorpora as lições aprendidas e as descobertas coletadas ao longo dos últimos três anos, apresentando 42 estudos de caso fornecidos pela alfândega, pelo setor privado, por organizações internacionais e outras partes interessadas. (Estudo Indorme “Tecnologias Disruptivas”, edição 2022)
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