Uma operação na província de Chubut (sul) foi concluída pela Alfândega Argentina no âmbito de uma investigação focada em um perfil com atividade suspeita na empresa Mercado Livre, avaliada em US$ 10 milhões.
Conforme nota divulgada hoje (29.09.2022/XNUMX/XNUMX), o órgão de fiscalização esteve presente na residência do vendedor e, diante disso, não pôde apresentar documentação que comprove a entrada legítima da mercadoria no país, procedeu à sua apreensão.
Os bens apreendidos, que incluíam suprimentos para mineração de criptomoedas, kits de câmeras de segurança e uma ampla seleção de filtros para esterilização de geladeira e água, foram avaliados em US$ 10 milhões.
Colaboração com o Mercado Livre
O procedimento foi realizado por agentes especializados da Direção Geral de Alfândegas-AFIP, que inicialmente alertaram sobre atividades suspeitas no perfil em questão.
Para determinar a legitimidade da atividade e a origem dos artigos, Eles solicitaram da plataforma de compra e venda tanto os dados do proprietário da publicação quanto a troca de comunicações com seus potenciais clientes.
Assim, concluíram que a atividade era típica de uma empresa e que a residência do vendedor — que estava registrado como autônomo — não se qualificava como estabelecimento comercial..
Após a denúncia correspondente ao Ministério Público, a Audiência Federal de Esquel ordenou a operação, que contou com a participação da Alfândega, da DGI e da Polícia Federal Argentina.
Por fim, além das mercadorias sem a documentação correspondente, também foram apreendidos celulares, computadores e documentação de interesse do caso.
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