Alfândega impediu entrada de acessórios de cigarro eletrônico que estavam na bagagem

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Edifício da Direção Geral de Alfândegas da Cidade Autônoma de Buenos Aires

Uma apreensão de acessórios para cigarros eletrônicos foi feita pela Alfândega no Aeroporto Jorge Newbery, em Buenos Aires, quando 5.600 bicos.

É mercadoria de importação proibida desde 2011, que estava no Bagagem de um passageiro da cidade de Bogotá, Colômbia. Seu valor estimado ultrapassa US$ 300, informou a Direção Geral de Alfândega em um comunicado.

Nesse sentido, ele informou que o homem — um cidadão argentino — havia chegado ao saguão de desembarque internacional às 7h30 da manhã em um voo da Aerolíneas Argentinas. Os agentes especializados da Alfândega orientaram-no a passar a sua bagagem pelo scanner n.º 3 e, com base nas imagens que este produzia, imediatamente notaram a necessidade de efetuar uma inspeção minuciosa de uma mala.

A inspeção encontrou uma muitos acessórios Para cigarros eletrônicos: 28 caixas de boquilhas da marca HEETS, com 200 unidades cada.

Mercadorias apreendidas por agentes da Alfândega no Aeroparque Jorge Newbery de Buenos Aires. |Foto:Afip-DGA

Os bocais são inseridos nos cigarros eletrônicos e contêm o tabaco que é aquecido pelos dispositivos. A mercadoria era nova e de origem estrangeira.

A alfândega lembrou que os cigarros eletrônicos e todos os seus acessórios são proibidos no mercado nacional. Ele especificou que a ANMAT, como agência reguladora da saúde, estabeleceu isso no Provimento nº 3226/2011, decisão que foi ratificada na Resolução nº 565/2023.

A Direção Geral de Alfândega considerou, portanto, que a manobra do passageiro constituiu uma infração ao regime de bagagem, conforme definido no artigo 977 da Lei 22.415.

Vale ressaltar que o termo bagagem abrange todos os efeitos novos ou usados ​​que um viajante, levando em consideração as circunstâncias de sua viagem, poderia razoavelmente utilizar para seu uso ou consumo pessoal ou como presente, desde que respeitada a quantidade, qualidade, variedade e valor não nos permite presumir que sejam importados ou exportados para fins comerciais ou industriais.

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