As exportações do Uruguai somaram 864 milhões de dólares em abril, um aumento de 10,1% em relação ao mesmo mês de 2018, graças ao desempenho positivo dos embarques de celulose, soja e carne bovina, informou na quinta-feira (2.5.2019) a entidade governamental Uruguai XXI.
Segundo um relatório do Instituto Uruguaio de Promoção do Comércio Exterior, as vendas externas deixaram para trás cinco meses consecutivos de queda.
Produtos de exportação
Carne bovina Foi o principal item de exportação no mês anterior com vendas de 165 milhões de dólares, seguido por celulose (US$ 163 milhões) e o soja (138 milhões de dólares).
Enquanto isso, as exportações de arroz, laticínios e gado foram as que tiveram o maior impacto negativo nas exportações do mês.
De janeiro a abril de 2019, as exportações acumularam uma queda de 0,8% em relação ao mesmo período de 2018, totalizando 2.895 bilhões de dólares.
Em 2018, as exportações de bens do Uruguai estagnaram, totalizando 9.088 bilhões, após registrar um aumento marginal de 0,4% em relação ao ano anterior, com celulose, carne bovina e laticínios como principais produtos.
Destinos de exportação
China continua liderando os destinos de exportação com um total de 183 milhões de dólares e uma participação de 32%. A quantidade exportada aumentou 29% em relação ao ano anterior, principalmente devido ao aumento de 52% nas exportações de carne bovina congelada (US$ 33 milhões a mais). A lã também teve um aumento considerável, com US$ 7,6 milhões a mais exportados em abril de 2019.
Brasil está em segundo lugar com um total de US$ 104 milhões, uma participação de 18% e uma variação anual negativa de 2%. Isso está relacionado, em grande parte, à queda de 45% na quantidade de leite em pó exportado, o que significou 9 milhões a menos no total exportado para o Brasil.
Estados Unidos continua com um total de 47 milhões de dólares em abril de 2019, valor 25% superior ao de abril do ano passado. Isso se explica pela maior quantidade de carne bovina congelada exportada (39%).
Argentina e Turquia Eles conseguiram ficar em quarto e quinto lugar no ranking de destinos de exportação, apesar de uma variação negativa de 5% e 46%, respectivamente, na comparação anual.
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