InícioComércio“Estamos comprometidos com a luta contra o contrabando no Equador”

“Estamos comprometidos com a luta contra o contrabando no Equador”

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A Diretora Geral do Serviço Aduaneiro do Equador (SENAE), Carola Ríos Michaud, afirmou: “Em nosso país estamos comprometidos com a luta contra o contrabando” e por isso destacou: “Estamos fortalecendo laços de trabalho conjunto, buscando mecanismos e políticas que transcendam fronteiras”.

Ríos Michaud participou desta forma na VI Reunião da Aliança Latino-Americana Anti-Contrabando (ALAC), que começou hoje, 29 de setembro, em Quito e termina amanhã, sob o lema de fortalecer a legalidade e destacar a importância do desenvolvimento econômico e social nos países latino-americanos.

No fórum, a nova chefe da Alfândega equatoriana destacou que em seu país foi criado um “comitê técnico em conjunto com 16 entidades reguladoras, para salvaguardar a segurança do comércio em matéria de tráfico e contrabando de drogas (…) e por isso foi traçado um roteiro em torno do trabalho que será realizado”.

O responsável equatoriano partilhou a Painel “Desafios do controlo aduaneiro durante a pandemia da COVID-19” com Gerardo Bolaños, Diretor Geral da Alfândega da Costa Rica; Juan Ordóñez, Superintendente de Controle Aduaneiro da SUNAT Peru; Alfonso Vega, da Alfândega do Chile, e Ingrid Díaz, Diretora de Impostos e Alfândegas Nacionais da Colômbia. Lá, as autoridades aduaneiras apresentaram as lições aprendidas com a pandemia da Covid-19 na implementação de tecnologias e novos processos em controle aduaneiro, de fronteira e sanitário.

Entre as conclusões, os painelistas levantaram a simplicidad e eficiência, através da Digitalização e eliminação de papelada, os melhores controles e pela priorização de suprimentos médicos graças à conexão entre instituições.

O encontro, que reúne 15 países da região, é organizado pela Associação Nacional de Empresários da Colômbia (ANDI) como Secretaria Técnica da ALAC, a Câmara de Indústrias e Produção do Equador (CIP) e a Associação de Industriais Têxteis do Equador (AITE).

No segundo dia do fórum, outros debates continuarão, entre eles: “Ferramentas regulatórias para mitigação efetiva do comércio ilícito”, “Esforços globais para mitigar os danos econômicos e sociais do comércio ilícito”, “Globalização dos fluxos comerciais e política tarifária: impactos no setor empresarial e na sociedade devido ao comércio ilícito”. Como é evidente, todas as reflexões estão focadas no combate ao comércio ilícito, no atual contexto de recuperação econômica.

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