O Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC) anunciou que o superávit comercial da Argentina em novembro foi de US$ 397 milhões, o menor valor de 2021.
Assim, As exportações totalizaram USD 6.164 milhões, com um aumento anual de 37%, enquanto o Importações atingiram US$ 5.767 milhões, e uma melhora de 40,1% em relação ao mesmo mês do ano passado.
Segundo o INDEC, As exportações caíram 5,0%, e a tendência do ciclo, 1,7%, em relação a outubro de 2021. Todos os itens aumentaram: produtos primários (PP), 75,2%; manufaturas de origem industrial (MOI), 59,7%; combustíveis e energia (CyE), 25,3%; e manufaturas de origem agrícola (MOA), 13,5%.
Particularmente notáveis foram os aumentos nas remessas de cereais (US$ 532 milhões), material de transporte terrestre (US$ 388 milhões) e produtos químicos e relacionados (US$ 118 milhões).
Quanto às importações, elas permaneceram em níveis semelhantes aos observados no segundo semestre do ano. Todos os usos econômicos registraram variações positivas, exceto veículos automotores de passeio (VA), que caíram 20,6%. Bens de capital (BK) aumentaram 19,1%; Bens intermediários (BI), 53,4%; combustíveis e lubrificantes (CyL), 217,1%; peças e acessórios para bens de capital (PyA), 27,8%; bens de consumo (BC), 21,9%; e o restante, 35,0%, devido principalmente ao aumento de mercadorias enviadas pelos serviços postais (couriers).
No que diz respeito a principais parceiros comerciais, Brasil, China e Estados Unidos estão em primeiro lugar, destacando-se Brasil como principal destino de vendas e China como o fornecedor mais importante.
Também entre os destinos das exportações, destacam-se Chile, Índia, Vietnã e Holanda. A Argentina também compra quantidades significativas do Paraguai, Alemanha, México, Espanha, Tailândia, Holanda e Índia. (Relatório técnico sobre o intercâmbio comercial argentino de novembro de 2021, INDEC)

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