InícioComércioGoverno faz alterações no sistema de financiamento das importações

Governo faz alterações no sistema de financiamento das importações

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O Conselho de Administração do Banco Central (BCRA) anunciou nesta segunda-feira (827.06.2022 de junho de XNUMX) mudanças nas regras que regem o mercado de câmbio. Desta forma, reforçam-se as condições necessárias para aceder à mercado de mudanças para pagar as importações.

O executivo publicou esta manhã o Comunicação A 7532 do BCRA que estabelece as quotas anuais e mensais aplicáveis ​​à Empresas que solicitam acesso ao mercado de câmbio para pagamento de importações.

A medida, explicou o Conselho Diretor do Banco Central, foi tomada para adequar o sistema de pagamentos do comércio exterior com o objetivo de "responder às necessidades extraordinárias de divisas e, assim, atender às importações de energia".

As medidas estendem o sistema de financiamento às importações realizadas em regime de Licença Não Automática e à importação de serviços, e vigorarão por um trimestre, para dar tempo à normalização do comércio exterior, indicou a entidade de controle monetário chefiada por Miguel Pesce.

Ele disse ainda que a medida busca "apoiar o crescimento econômico e o desenvolvimento das PMEs, evitando manobras especulativas sobre importações".

Dessa forma, pequenas e médias empresas ficam isentas das atuais exigências de financiamento de suas importações em um acréscimo de 15% em relação ao ano anterior, com limite de até US$ 1 milhão.

No novo regime de pagamento, a categoria A do SIMI (Sistema de Monitoramento de Importações) manterá acesso ao mercado de câmbio pelo equivalente à média mensal das importações de 2021 mais 5% ou de 2020 mais 70%.

Por sua vez, os SIMI da categoria B, correspondentes às licenças não automáticas, poderão aceder ao mercado a partir de 180 dias após o despacho para
quadrado.

Foi também providenciado, em coordenação com o Ministério do Desenvolvimento Produtivo, a ampliação das posições tarifárias de bens equivalentes aos
produzidos no país que terão acesso ao mercado após 180 dias e bens de luxo que poderão ter acesso a ele após 360 dias.

Quanto às importações de serviços, elas são tratadas de forma igual às de bens, permitindo acesso ao mercado pelo mesmo valor de 2021 e, caso o valor seja ultrapassado, o saldo será estendido para 180 dias.

Dessa forma, promove-se a recuperação do crédito comercial, que a Argentina viu cair significativamente em decorrência da pandemia da Covid-19.

Em relação à importação de bens de capital, foi estabelecida uma regra que permite que 80% sejam pagos no porto de origem e 20% na nacionalização.

Além disso, o pré-financiamento das exportações será facilitado, o que acelerará a entrada de moeda estrangeira, especialmente do complexo de cereais, mudando a obrigação de liquidação de moeda estrangeira recebida de 5 para 15 dias, e o financiamento de longo prazo para pré-pagamento de dívidas locais em moeda estrangeira, indicou o Banco Central.

Fonte: Telam

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