InícioComércioComo terminou o comércio bilateral entre Argentina e Brasil em maio?

Como terminou o comércio bilateral entre Argentina e Brasil em maio?

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Segundo dados do último relatório de comércio bilateral elaborado pela Câmara de Comércio e Serviços Argentina (CAC), O comércio bilateral entre Argentina e Brasil foi de US$ 3092 milhões No quinto mês do ano, 15,2% superior ao valor obtido no mesmo período de 2022, quando foi de US$ 2683 milhões. O comércio também aumentou 21,1% em relação a abril passado, devido a um aumento de 31% nas exportações e de 15,8% nas importações.

De acordo com a pesquisa do CAC, a Vendas argentinas para o Brasil caiu em maio de 2023 em 4,8% em comparação com maio de 2022 (segundo mês consecutivo de queda), adicionando USD 1164 milhões.

As importações daquele destino eles foram de USD 1927 milhões e apresentou um aumento anual de 32%. Assim, a balança comercial da Argentina apresentou déficit de US$ 763 milhões.

O comércio entre os dois países acumula-se no primeiros cinco meses do ano um saldo negativo para a Argentina de US$ 2538 bilhões.

Nesse período, as exportações cresceram 4% entre janeiro e maio de 2023 em relação aos cinco meses de 2022, enquanto as importações do Brasil aumentaram 27,7% no mesmo período.

O relatório do CAC afirma que o Brasil é o principal parceiro comercial da Argentina, relação que historicamente apresenta saldos deficitários pelo fato de as importações daquele país serem normalmente estratégicas para o nosso tecido produtivo.

La queda anual nas exportações da Argentina para o Brasil registrada em maio (4,8%) correspondeu principalmente à redução de trigo e centeio não moídos, preparações de cereais e farinhas e polímeros de etileno em formas primárias.

El aumento anual das importações As exportações argentinas (32%) foram explicadas principalmente pela soja, veículos de passeio, peças e acessórios para veículos automotores, minério de ferro e seus concentrados e motores a pistão e suas peças.

O relatório do CAC observa que a Argentina ficou em terceiro lugar entre os maiores fornecedores do Brasil, atrás da China, Hong Kong, Macau e Estados Unidos.

Entre os maiores compradores do Brasil, a Argentina também ficou atrás da China, Hong Kong, Macau e Estados Unidos.

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