InícioComércioBrasil estabelece tarifa zero para importação de alimentos para combater inflação

Brasil estabelece tarifa zero para importação de alimentos para combater inflação

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O governo brasileiro reduziu para tarifas zero sobre importações de carne bovina e de frango, milho, trigo e artigos padaria, entre outros; e reduziu as taxas para compras no exterior de barras de aço, ácido sulfúrico e certos tipos de fungicidas.

Por meio da Comissão Executiva de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex/Camex), o Governo Federal aprovou hoje (11.05.2022/XNUMX/XNUMX) a redução do Imposto de Importação, por meio da inclusão no Imposto de Importação Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum do Mercosul (Letec) para alguns produtos.

A medida priorizou itens de maior impacto na cesta de consumo das camadas de menor renda da população para auxiliar no combate à inflação, considerando bens que fazem parte do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

As reduções, que entrarão em vigor na quinta-feira (12.05.2022) até 31 de dezembro de 2022, são válidos para taxas de importação de onze alimentos: carne bovina desossada, carne de frango, cortes e vísceras, congelados; trigo e farinha de trigo; grãos de milho; biscoitos e bolachas; e outros produtos da indústria de panificação, confeitaria e biscoitos, que ficaram entre 7,2% e 16,2%.

Insumos agrícolas

No mesmo período, as tarifas para dois tipos de bens foram reduzidas de 10,8% para 4%. varas de aço utilizado na construção civil.

A Gecex também decidiu fixar a taxa de juros em zero. ácido sulfúrico, que era de 3,6%, com uma cota de um milhão de toneladas, e reduzir a alíquota do fungicida Mancozeb para 4%, que era de 12,6%.

O ácido sulfúrico é o principal reagente para a fabricação do dióxido de titânio e é utilizado em diversos processos industriais, na maioria dos casos sem substituto, inclusive na cadeia produtiva de fertilizantes.

Mancozeb É um fungicida utilizado como pesticida agrícola nas culturas de arroz, batata, feijão, soja, alface, milho e tomate, entre outras.

A produção nacional representa aproximadamente 31% do consumo do país e a redução da alíquota deve ajudar a combater o aumento dos preços dos alimentos no Brasil.

As mudanças aprovadas pelo Gecex foram apresentadas em entrevista coletiva com a participação do secretário-executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys; a secretária executiva da (Camex), Ana Paula Repezza; Secretário Executivo Adjunto da Camex, Leonardo Diniz Lahud; Subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior da Secretaria de Comércio Exterior, Herlon Alves Brandão; e o assessor especial da Secretaria de Política Econômica (SPE), Rodrigo Mendes Pereira. (Declaração do Governo do Brasil)

Com informações de Telam

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