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Brasil relata atrasos logísticos na fronteira com o Paraguai

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Os embarques de soja enfrentaram atrasos logísticos ao cruzar a fronteira do Paraguai com o Brasil nos últimos dias. A baixa vazão do Rio Paraná está limitando a saída dessa mercadoria por barcaças na divisa das cidades de Guairá, no lado paraguaio, e Guaíra, no lado brasileiro. Por esse motivo, os produtos são enviados ao Brasil por via terrestre.

Diante de tais dificuldades, a Alfândega da Receita Federal do Brasil em Mundo Novo, município brasileiro do estado de Mato Grosso, esclareceu que as medidas foram tomadas medidas necessárias para acelerar a fila de caminhões.

“É importante destacar que o fluxo atual corresponde a aproximadamente cinco vezes a capacidade diária de processamento da Alfândega Mundo Novo”, diz o Comunicado.

O texto afirma que "esse aumento repentino ocorreu em razão da redução do nível do Rio Paraná, provocando o desvio do fluxo de veículos que normalmente cruzavam o rio por balsas, cuja carga era liberada pela Alfândega de Guaíra, no Paraná".

Informações oficiais acrescentam que  Alfândega reforça equipe responsável pelo desembaraço aduaneiro de mercadoriasEntretanto, é importante ressaltar que grande parte dos veículos aguardam a documentação que os despachantes devem apresentar, necessária para a liberação da carga.

Uma vez entregues (em lotes), o tempo de desembaraço aduaneiro para cada lote é de uma hora e meia, em média, com esse aumento abrupto e inesperado na movimentação. O diálogo com esses despachantes foi intensificado para ajudá-los a simplificar seus procedimentos., sem o qual o IRS não pode agir.

Por outro lado, sob Custódia aduaneira e veículos apreendidos também estão sendo realocados, para deixar mais espaço disponível no pátio para os caminhões transportarem suas cargas, como forma de reduzir as filas na fronteira.

“Considerando essas medidas, além do reforço da equipe de fiscalização, da liberação de espaço para veículos e do diálogo com os despachantes, a redução de filas ocorrerá muito em breve com o retorno das atividades normais”, conclui o comunicado.

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