O governo brasileiro se mostrou Esperançosos de que o acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul se concretize Apesar da estagnação e do “vai e vem do texto”, relataram fontes oficiais.
Em fórum sobre Reconstrução Sustentável, nesta terça-feira (29.09.2020), a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou que "O acordo é muito vantajoso para ambos os blocos. A agricultura europeia não cresce há muitos anos. Eles se tornarão cada vez menos competitivos em relação ao Brasil e isso assusta o produtor europeu.
O acordo, anunciado no ano passado, enfrenta resistência de vários países europeus, que Eles criticam a política ambiental do governo brasileiro. Para que o acordo entre em vigor, ele precisa ser aprovado pelos parlamentos de cada um dos países da União Europeia, o que parece estar longe de acontecer no momento.
Para Cristina, "um país gigante como o nosso é muito difícil dizer que vai resolver isso (política ambiental) em um prazo muito curto, são várias variáveis", destacando, entre outras, o uso de queimadas pelos produtores brasileiros.
Segundo o ministro, O ponto mais sensível não são as críticas dos países europeus, mas o impacto nas vendas potenciais.
"Minha preocupação é que essa propaganda negativa não tenha um impacto devastador sobre os consumidores", disse ele, criticando as políticas ambientais dos países europeus. «A Europa hoje tem uma matriz energética que vem do carvão e do petróleo. Eu sei que eles estão trabalhando nisso, mas nossa matriz energética é muito mais limpa"Ele explicou.
Cristina enfatizou que a agricultura global é responsável por apenas cerca de 20% do problema global de emissões de gases de efeito estufa.
Fonte: Xinhua
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