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Argentina registra superávit de US$ 1.067 bilhão em junho

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Em linha com a recuperação do comércio internacional, a balança comercial da Argentina atingiu um superávit de US$ 1.067 bilhão em junho, embora o valor seja US$ 420 milhões menor que no mesmo mês de 2020, segundo o Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC) . ).

A esse respeito, a agência observou que "em junho, todas as magnitudes gerais (valor, quantidade e preço) das exportações e importações aumentaram". 

As importações apresentou um aumento que chegou a US$ 2.610 bilhões. Esse aumento pode ser explicado pelo aumento de 47,7% nas quantidades e de 22,0% nos preços. Em termos dessazonalizados, as importações aumentaram 8,5% e, seguindo a tendência cíclica, subiram 1,9% em relação a maio de 2021 em ambos os casos.

 "Todos os usos econômicosVariações positivas foram registradas em: bens de capital (BK), 62,0%; Bens intermediários (BI), 78,0%; combustíveis e lubrificantes (CyL), 210,6%; peças e acessórios para bens de capital (PyA), 107,6%; bens de consumo (BC), 14,3%; veículos automotores de passageiros (PMV), 45,9%; e o restante, 74,2%, principalmente devido ao aumento de mercadorias enviadas pelos serviços postais (couriers)”, afirmou o INDEC.

As exportações cresceu US$ 2.190 bilhões em relação ao mesmo mês de 2020, principalmente devido ao aumento de 32,0% nos preços e de 10,6% nas quantidades. Em termos dessazonalizados, eles cresceram 8,9%, enquanto a tendência do ciclo subiu 2,1%, em relação a maio de 2021.

O INDEC detalhou que “todos os títulos aumentaram: manufaturas de origem industrial (MOI), 116,2%; manufaturas de origem agrícola (MOA), 39,9%; combustíveis e energia (CyE), 35,2%; e produtos primários (PP), 18,6%.”

A evolução do exportações de carne, que em junho atingiu 223 milhões de dólares e apresentou queda de 17,1 por cento. Esse resultado está relacionado ao fechamento temporário das exportações de carne bovina implementado pelo governo.

Destino

Em junho, os principais destinos das exportações argentinas foram: Brasil, Estados Unidos, China, Holanda, Chile, Índia, Vietnã, Irã, Egito e República da Coreia (nessa ordem), que juntos foram responsáveis ​​por 55,9% do total das vendas externas.

Os dez principais países de origem das importações foram: China, Brasil, Estados Unidos, Paraguai, Alemanha, Índia, Rússia, México, Tailândia e Itália, e representaram 70,5% do total de compras estrangeiras.

Os maiores superávits em junho foram no comércio com a Holanda (US$ 288 milhões), Chile (US$ 252 milhões), Irã (US$ 210 milhões), Vietnã (US$ 183 milhões), Índia (US$ 147 milhões), Indonésia (US$ 137 milhões), Egito (US$ 134 milhões). ) e China (US$ 128 milhões). (128 milhões), Argélia (117 milhões), República da Coreia (XNUMX milhões) e Peru (XNUMX milhões).

Os défices mais significativos foram também registados com a China (-675 milhões de dólares), Paraguai (-254 milhões), Alemanha (-166 milhões), Qatar (-109 milhões), Tailândia (-101 milhões), Rússia (-99 milhões) , México (-86 milhões), Brasil (-75 milhões), França (-57 milhões) e Bolívia (-44 milhões).

Por fim, o INDEC divulgou a análise do primeiro semestre de 2021. Neste período, a equação do comércio exterior mostra um superávit de 6740 bilhões de dólares, abaixo dos 8313 bilhões do mesmo período do ano passado. A entrada de dólares comerciais é atualmente a forma mais importante de a economia argentina obter moeda estrangeira. (Relatório Técnico INDEC n.º 5)

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