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Argentina registra déficit comercial de US$ 649 milhões em julho

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O comércio exterior da Argentina continua em dificuldades, registrando um déficit de US$ 2023 milhões em julho de 649, de acordo com um relatório do Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC) na terça-feira (22.08.2023/XNUMX/XNUMX).

De acordo com o relatório publicado, o exportações totalizaram US$ 6.060 bilhões, 22,4% a menos; enquanto o importações totalizou US$ 6.709 milhões, com queda de 19,1% em relação ao ano anterior.

Dentro das exportações, todos títulos diminuiu, exceto combustíveis e energia, que aumentaram 17,6%. Os produtos primários caíram 41,3%; manufaturas agrícolas, 26,1% e manufaturas industriais, 3,3%.

Entre as importações, ao nível de uso econômico As importações de veículos automotores de passageiros diminuíram 78,5%; combustíveis e lubrificantes, 60,7%; bens de consumo, 5,0% e bens intermediários, 2,1%. No entanto, houve aumento em peças e acessórios para bens de capital, categoria que cresceu 7,1%, e bens de capital, com aumento de 1,9%.

Segundo o INDEC, as quantidades e os preços foram negativos em julho de 2023, porém a o efeito quantidade predominou sobre o efeito preço, com base na tendência observada no período de dezembro de 2022 a junho de 2023. Este é o 11º mês em que os valores vêm caindo.

Acumulado nos sete meses de 2023. Segundo o instituto emissor, nos sete meses de 2023, a balança comercial da Argentina apresentou saldo negativo de US$ 5.142 bilhões. As exportações totalizaram US$ 39.534 bilhões (-24,2%) e as importações totalizaram US$ 44.676 bilhões (-10,1%).

Os principais mercados de exportação foram: Brasil (17,1%), China (8,0%), Estados Unidos (8,0%), Chile (7,2%) e Índia (4,5%). A União Europeia foi o destino de 10,2% das exportações no período de janeiro a julho de 2023. (Intercâmbio comercial argentino
Números estimados para julho de 2023
)

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