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Argentina alcançou ligeiro superávit comercial de US$ 296 milhões em janeiro

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A balança comercial da Argentina atingiu um saldo positivo de US$ 296 milhões em janeiro, abaixo dos US$ 1.068 milhão registrados no mesmo mês de 2021, informou nesta terça-feira (22.02.2022/XNUMX/XNUMX) o Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC). ) .

A redução do superávit comercial é explicada pelo forte aumento das importações em relação às exportações. De acordo com o relatório do INDEC,  As exportações totalizaram US$ 635 milhões, alta de 12,9% em relação ao ano anterior, enquanto as importações totalizaram US$ 1.407 bilhão, 36,6% acima do nível do mesmo mês em 2021.

Além disso, as exportações registaram este aumento devido à Aumento de 20,5% nos preços, já que os valores diminuíram 6,3%. Assim, ao nível dos itens, as exportações de produtos primários aumentaram 79,6%; manufaturas de origem industrial, 32,2%; e combustíveis e energia, 12,5%; enquanto as indústrias agrícolas registraram queda de 24,2%, segundo o relatório.

As Importações atingiram aumento de 20,5% em quantidades e 13% nos preços. Todos os Os usos económicos das importações registaram variações positivas, com exceção dos veículos automóveis de passageiros, que registaram uma quebra de 24,7%. A receita de bens de capital aumentou 37,7%, enquanto a de bens intermediários aumentou 46,6%. O capítulo de peças e acessórios para bens de capital cresceu 29,8% e o de combustíveis e lubrificantes cresceu 36,5%. No caso dos bens de consumo, o aumento anual foi de 36,1% e o restante, de 50,0%, correspondendo maioritariamente o aumento às mercadorias expedidas através dos serviços postais (mensageiros).

Em janeiro de 2022, o principal destinos do exportações Os argentinos eram: Brasil, China, Chile, Holanda, Índia, Estados Unidos, Indonésia, Argélia, Peru e Marrocos, nessa ordem, que juntos representaram 53,4% do total das vendas externas.

Enquanto isso, os dez principais países de origem do importações foram os seguintes: China, Brasil, Estados Unidos, Alemanha, Tailândia, Itália, Índia, Vietnã, México e Bolívia, que responderam por 72,3% do total das compras estrangeiras.

Os maiores excedentes correspondeu ao comércio com Chile (USD 298 milhões), Holanda (285 milhões), Indonésia (170 milhões), Argélia (168 milhões), Peru (137 milhões), Marrocos (128 milhões) e Índia (126 milhões); Enquanto os défices mais significativos foram registados na China (-1.135 milhões de dólares), no Brasil (-308 milhões), na Alemanha (-127 milhões), na Tailândia (-125 milhões), nos Estados Unidos (-104 milhões), na Itália (-66 milhões), Japão (-57 milhões), Bolívia (-54 milhões), Reino Unido (-47 milhões) e França (-46 milhões). (Relatório técnico do INDEC)

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