El Comércio cai 15,3% em agosto em relação ao mesmo período do ano anterior e atingiu um valor de US$ 8.440 milhões, conforme divulgado nesta quinta-feira (24.09.2020/XNUMX/XNUMX) pelo Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec).
No mês passado o As exportações foram de US$ 4.938 milhõesenquanto Importações atingiram US$ 3.502 bilhões. Diante desses números, a balança comercial registrou superávit comercial de US$ 1.436 bilhão, US$ 268 milhões a mais que no mesmo mês de 2019.
"O superávit comercial ocorreu no contexto de um declínio tanto nas exportações quanto nas importações. Esse comportamento, de variação positiva do superávit comercial em decorrência de maiores quedas nas importações em relação à queda nas exportações, foi registrado de janeiro de 2020 até o momento.", explicou o Indec.
exportações
Os As exportações em agosto diminuíram 11,3% (– US$ 630 milhões) em relação ao mesmo mês de 2019, devido à queda de 3,5% nos preços e de 8,1% nas quantidades. Já em termos dessazonalizados, as exportações aumentaram 4,8% em relação a julho de 2020, enquanto a tendência do ciclo mostrou variação negativa de 0,5%.
Exportações de Todos os setores caíram ano a ano exceto os produtos primários, que apresentaram aumento de 10,2% para um aumento de 8,8% nas quantidades e 1,3% nos preços. Isso se deveu às vendas de cereais e, em menor escala, de oleaginosas e frutas. O grão de milho foi o principal produto de exportação desse período.
A queda mais significativa foi de -30,6% e correspondeu aos combustíveis e energia, devido às menores exportações de combustíveis e gás de petróleo, seguidas das manufaturas de origem industrial (-26,0%) e manufaturas de origem agrícola (-12,3%). ,XNUMX% ).
Quanto ao destino do exportações, o Brasil se posicionou como o principal parceiro comercial da ArgentinaPara com China atrás: Em agosto, foram exportados US$ 646 milhões para o país vizinho (queda de -24,2% em relação ao mesmo período do ano anterior), enquanto US$ 604 milhões foram exportados para o Gigante Asiático (o que significou uma -10,4% de queda em relação a agosto de 2019).
Completam o ranking os Estados Unidos (US$ 335 milhões), o Vietnã (US$ 306 milhões), o Chile (US$ 275 milhões), a Índia (US$ 185 milhões), o Peru (US$ 162 milhões), a Holanda ( US$ 145 milhões), República da Coreia (US$ 144 milhões) e Espanha (US$ 120 milhões), entre outros.
importações
Em relação ao Importações caíram 20,4% em agosto (-US$ 898 milhões) em relação ao mesmo mês do ano anterior, devido à redução de 18,3% nas quantidades e de 2,7% nos preços. Em termos dessazonalizados, as importações aumentaram 7,0% em relação a julho de 2020, enquanto a tendência do ciclo mostrou variação positiva de 0,3%.
Todos os usos económicos registaram variações negativas. As importações de combustíveis e lubrificantes caíram -48,1%, seguidas de peças e acessórios para bens de capital (-37,8%), veículos automotores de passeio (-24,5%), bens de capital (-23,0%) e automóveis (-10,0%). 5,1%), bens de consumo (-1,1%) e bens intermediários (-70,8%). O restante das importações, que representam XNUMX% do total, aumentaram XNUMX%.
Os principais países de origem das importações foram Brasil (US$ 777 milhões e variação negativa de -16,0% em relação ao mesmo período do ano anterior), China (US$ 738 milhões e -16,4%) e Estados Unidos (US$ 353 milhões e -31,5%). milhões e -XNUMX%).
Completam a lista Paraguai (US$ 186 milhões), Alemanha (US$ 133 milhões), México (US$ 93 milhões), Bolívia (US$ 92 milhões), Vietnã (US$ 77 milhões), Itália (US$ 72 milhões). milhões). , França (US$ 63 milhões), entre outros.
Países com superávit comercial
Finalmente, Os cinco principais países com os quais foram alcançados superávits comerciais foram Vietnam (US$ 229 milhões), Chile (US$ 219 milhões), Peru (US$ 153 milhões), India (US$ 136 milhões) e Holanda (US $ 131 milhões).
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