Dois chefs e um garçom foram interceptados por inspetores do Serviço Nacional de Alfândega quando tentavam entrar no Chile com drogas em suas malas. Os procedimentos foram registrados no complexo fronteiriço de Chacalluta (norte).
Garzón, primeiro caso
O primeiro caso envolveu um garçom de Lima, que viajava em um ônibus internacional com destino a Santiago. Sua mala foi selecionada graças a um alerta dado por um dos cães farejadores, então a bagagem foi submetida a uma vistoria especial e em um fundo falso os fiscais encontraram 7 pacotes contendo um total de 8 quilos e 455 gramas de maconha.
O garçom foi colocado em prisão preventiva por ordem do magistrado do Tribunal de Garantias de Arica, Juan Araya Contreras, que decretou a prisão preventiva após ouvir o relato dos fatos e a formalização feita pelo promotor Mario Concha Matus. O período de investigação foi fixado em 90 dias.
Chefs, segundo caso
Mais tarde, graças ao uso de tecnologia não invasiva, o Serviço Nacional de Alfândegas detectou 2 quilos e 950 gramas de cloridrato de cocaína escondidos no fundo falso da mala de um dos chefs de Lima. Enquanto o outro chef de Lima, que viajava no mesmo ônibus, também carregava uma mala com características semelhantes, com 2 quilos e 305 gramas de cocaína escondidos dentro.
Diante desses casos, a Promotora de Justiça, Jocelyn Castilo Isopi, indiciou os dois chefs por tráfico de drogas como autores materiais e a Juíza Carmen Calas Guerra determinou a medida cautelar de prisão preventiva.
Todas as drogas apreendidas têm um valor que pode ultrapassar 147 milhões de pesos (US$ 220.956) no mercado ilícito.
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