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Alfândega mexicana operará sem humanos

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De acordo com o SAT, a alfândega de Tijuana iniciará operações automatizadas e sem documentos, sem intervenção humana, antes do final de 2017, com a entrada em vigor do Projeto de Integração Tecnológica Aduaneira (PITA).

O secretário do Conselho da Associação Nacional de Usuários de Sistemas de Comércio Exterior (Incomex), Alejandro Márquez, disse que o exposto torna essencial auxiliar na divulgação detalhada da operação, suas implicações para a autoridade, empresas e parceiros comerciais sobre os equipamentos e dispositivos necessários para uma correta integração neste processo.

Ele explicou que o propósito do A PITA está automatizando e agilizando os processos de entrada e saída de mercadorias nos costumes mexicanos, começando com um plano piloto em Tijuana. A autoridade informou que Tijuana-Mesa de Otay foi escolhida porque oferece as melhores condições para sua implementação, com aproximadamente 3,500 operações diárias de entrada e saída.

Com a modernização aduaneira, acrescentou, além de reduzir o tempo Da expedição da mercadoria aos segundos, eliminando a apresentação de documentos e a intervenção de fiscais, pretende-se aumentar a transparência e eliminar a discricionariedade através da sistematização dos tipos de fiscalização.

Alejandro Márquez indicou que igualmente importante é a integração que deve ser alcançada entre as informações de cada operação com o veículo que transporta as mercadorias, a empresa de transporte e o operador que conduz o veículo. Este último, com a emissão de um único cartão por operadora.

Em termos práticos, ele destacou que o PITA envolve a transmissão de informações sobre mercadorias a serem importadas ou exportadas por meio de um cartão com tecnologia de identificação. frequência de rádio (RFID) para a alfândega.

Esses cartões RFID devem ser registrados com um número de integração fornecido pelo SAT que será vinculado às informações da remessa. Eles devem ser apresentados no veículo que transporta a mercadoria até o módulo PITA de entrada ou saída. 

"Eles serão detectados por leitores instalados nas dependências e, por meio de um software desenvolvido para criar perfis de risco, será determinado se a carga necessita de fiscalização aduaneira ou se corresponde ao livre despacho aduaneiro, sem parada do veículo", disse o secretário.

Fonte: El Financiero

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