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Uruguai: Alfândega e Banco República assinam acordo de cooperação referente ao Programa de Operador Econômico Autorizado

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O Banco da República Oriental do Uruguai (BROU) e a Direção Nacional de Alfândegas assinaram na quinta-feira (17.08.2023/XNUMX/XNUMX) um Acordo-Quadro de cooperação referente ao Programa de Operador Econômico Qualificado para realizar ações em cumprimento às recomendações internacionais relativas ao combate à contra a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo.

Segundo comunicado da Alfândega Uruguaia, o acordo foi assinado em cerimônia que contou com a presença do Presidente do Banco da República (Salvador Ferrer), do Secretário-Geral (Roberto Borrelli) e do Diretor Nacional de Alfândega (Jaime Borgiani).

Após a assinatura, o Diretor Nacional das Alfândegas, Jaime Borgiani, afirmou: “O programa Operador Econômico não é uma criação uruguaia, teve um desenvolvimento e tem sido fundamentalmente compreendido não apenas pelas alfândegas, mas também pelos diferentes membros da cadeia de comércio exterior; mesmo no setor financeiro.”

"Isto visa conceder maiores benefícios “aqueles operadores que, perante a administração aduaneira, demonstram cumprir determinados requisitos de controle e segurança, tanto da carga quanto de suas operações”, explicou.

Borgiani lembrou que no ano passado a alfândega uruguaia assinou um acordo de reconhecimento mútuo com a alfândega dos Estados Unidos, “tendo como um dos requisitos o combate à lavagem de dinheiro”. Cada operador certificado deve ter uma programa de segurança em suas operações de lavagem de dinheiro. É nisso que queremos colaborar com o nosso Banco República e o banco apoiará o programa concedendo seus benefícios aos clientes e àqueles que são certificados.”

Por sua vez, o Presidente da BROU, Salvador Ferrer, acrescentou que "o objetivo é simplificar a vida dos nossos clientes e de todos os outros. Ajudar em tudo que, quando falamos de competitividade, ficamos com algumas variáveis, mas na realidade são essas coisas que ajudam o setor de exportação para gerar eficiências, que é o que todos nós buscamos."

«No setor bancário, tudo o que tem a ver com lavagem de dinheiro está presente e muitas vezes causa potenciais transtornos aos nossos clientes. Mas, para colocar de uma forma mais concisa, isso nos dá a ideia de que podemos trabalhar melhor e, com instituições como a Alfândega e o Banco, colaboramos para dar esses passos. Incentivamos outras instituições a se juntarem a nós neste caminho, juntamente com a Direção Nacional das Alfândegas, para alcançar maior competitividade para o país", concluiu.

O acordo também visa definir um quadro para trocar informações, experiências e fortalecer a gestão do risco de lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo – LAFT, por empresas vinculadas ao Programa de Operador Econômico Qualificado (OEC).

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