O Programa de Monitoramento e Fiscalização de Meios Digitais do Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar (SENASA) detectou 40.390 postagens em violação e solicitou sua retirada do comércio eletrônico por não atender aos padrões sanitários e de qualidade estabelecidos para os produtos sob seu controle.
Este é o resultado da fiscalização realizada de forma coordenada com o Mercado Livre (16.098), Facebook (23.419) e Instagram (873), e corresponde às seguintes categorias: artigos e/ou produtos veterinários, animais cuja comercialização é proibida, produtos orgânicos, produtos ecológicos e/ou biológicos sem a devida certificação, ração animal sem registro, agrotóxicos e fertilizantes sem registro, comercialização de plantas categorizadas como espécies prioritárias, entre outros assuntos de competência do SENASA.
O Programa, criado em 4 de maio de 2020 por iniciativa do órgão estatal, é liderado por Rosina Leicht e se reporta à Unidade Presidencial do SENASA. Seu escopo de atuação abrange bens oferecidos e comercializados por meio de canais eletrônicos contemplados no art. 1º da Lei nº 27.233.
“Este Programa estendeu a órbita de controle do SENASA à comercialização em plataformas digitais de produtos, subprodutos e/ou derivados de origem animal e vegetal sob sua jurisdição, garantindo sua qualidade e sanidade”, afirmou o presidente do órgão estadual de saúde, Engenheiro Engenheiro agrônomo Carlos Paz.
Além disso, neste primeiro ano de trabalho, O Programa interveio e processou 49 reclamações ou apresentações de cidadãos que os usuários formalizaram através do canal que a Organização disponibiliza em seu site oficial. A partir disso, ele forneceu respostas concretas para problemas reais.
A iniciativa conta com a colaboração da ANMAT, AFIP, NIC Argentina, Mercado Libre, Facebook e Instagram. Isso permite que o Programa acesse o mundo do comércio eletrônico e o transforme em uma ferramenta de suporte digital para organizar o registro de produtos oferecidos por diferentes canais eletrônicos e evitar a desinformação, que muitas vezes produz a venda irregular de produtos, afetando a saúde de quem os consome. consumi-los.
Em consonância com este trabalho coordenado, durante o primeiro trimestre deste ano Novas ações foram iniciadas em conjunto com a Alfândega e Correio Oficial atualizar regulamentos e listas de produtos categorizados como proibidos de entrar no país na modalidade correio ou porta a porta. E assim mitigar os riscos que podem comprometer o estado sanitário da produção animal e vegetal da Argentina em relação a outros países.
A nova ferramenta SENASA entrou em vigor em 4 de março de 2021.
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