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Panamá conclui workshop sobre segurança de fronteira

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Especialistas internacionais em segurança comercial e combate ao terrorismo ministraram um workshop para autoridades alfandegárias sobre Gestão Integrada de Segurança de Fronteiras no âmbito do Programa de Operadores Econômicos Autorizados.

A atividade, que durou três dias, teve como objetivo analisar os riscos à cadeia de suprimentos, a matriz de riscos e a troca de informações nos setores público e privado.  
 
Desse modo, Marcelo Martínez da Organização dos Estados Americanos (OEA)), e moderador da atividade, falou sobre a importância de saber quem é o cliente para maior transparência no comércio internacional.  
 
Enquanto isso, Diretora Geral da Alfândega Tayra Barsallo, ficou satisfeito que o Panamá fosse um dos cinco países que fazem parte do programa de segurança de carga. "É um motivo de orgulho pelo trabalho que estamos fazendo", disse ele.  

O expositor de Espanha, Cláudia Abbastante, Ele falou sobre o análise de risco Para a cadeia de suprimentos, “sua importância é atingir os objetivos que foram impostos pelo marco regulatório SAFE, como parte do programa Operador Econômico Autorizado para garantir a cadeia de suprimentos e promover atividades lícitas”.

Sobre a matriz de riscos, ele comentou que esta é uma ferramenta para saber quais são os riscos para avaliá-los e assim ter uma prioridade que nos diga o que mais afeta uma empresa, para mitigá-los porque “eliminá-los é impossível”, então ele recomenda que devemos ter políticas ativas e não reativas para adotar medidas que sejam suficientes e necessárias para garantir que esses riscos sejam o mais inofensivos possível.

Foi Elton Carlos Busarello, analista da Receita Federal do Brasil Brasil, falam sobre a Troca de Informações entre países e Ricardo Rossy, do Estados Unidos, deu uma explicação sobre controles na agricultura.

No terceiro dia, os especialistas trataram o Benefícios do programa OEA no setor privado na redução dos tempos de espera, resolvendo problemas em zonas francas em conjunto com a alfândega.

 Os expositores foram Rosa Ávila de la República Dominicana, Gustavo Osorio de Colômbia, Juan Gallardo de CTPAT (Parceria Aduaneira e Comercial Contra o Terrorismo e Paula Cubilla representando o Panamá Grupo de Transbordo (PTC).   
 
Também foram realizados oficinas práticas com representantes das esferas institucional e empresarial sobre a “fiscalização dos sete pontos de contêineres” liderada por André Luiz Oliveira, da Receita Federal do Brasil, na qual foram detalhados os lados mais vulneráveis ​​aos fundos ocultos utilizados no tráfico de drogas. e o novo métodos que são usados ​​para lidar com essa ilegalidade.

A iniciativa contou com a colaboração da Embaixada dos Estados Unidos na República do Panamá.

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